Relativamente à avaliação dos professores, hoje colocou-se-me uma dúvida que, por séria demais, não é uma mera "dúvida metódica."
Terá a nossa ministra importado os modelos - imagine-se - do Chile?
Abram os documentos que se encontram no endereço que segue e tirem as vossas conclusões!
http://www.docentemas.cl/documentos.php (CHILE)
SERÁ POSSÍVEL ?
4 comentários:
Caro colega:
Dúvidas? Pois isto já é do meu conhecimento há, pelo menos, cinco meses. Em alguns casos há uma cópia textual.
Já nada me espanta, mas isto é uma vergonha! A sra. ministra, além de cábula, preferiu “consultar” os professores chilenos em vez de ouvir os professores portugueses. Tenha vergonha!
O facto de ser do Chile não significa que seja mau. O problema principal é a descontextualização que o processo sofre. Vale a pena ver mais coisas no endereço referido e perceber as diferenças. Nalguns aspectos encontramos excelentes achegas. Ir ver,com mente aberta.
Não ficava nada mal aos inteligentes do processo português citarem as fontes.
Isto foi quase um TPC, CTRL+C, CTRL+V sem indicação de fontes. Desonestidade intelectual?
A Finlândia não tem o melhor sistema educativo da Europa e um dos melhores do mundo?
Porque não copiaram o modelo de avaliação de docentes finlandês ?
Precisamente porque na Finlândia não existe avaliação de docentes (pelo menos nos moldes da que MLR nos quer impor).
Sejamos claros: alguém que não seja completamente ingénuo (ou intelectualmente desonesto) acredita que a "avaliação" de Lurdes Rodrigues visa aperfeiçoar a formação e o desempenho dos professores e desse modo, melhorar o ensino no nosso país??? Pois é cada vez mais óbvio que não. O que importa verdadeiramente é dificultar o mais possível a progressão na carreira, atirar para a reforma antecipada os professores com salários mais elevados e ficar apenas com "mão-de-obra" barata e dócil. Deste modo atinge-se o verdadeiro propósito desta pseudo-avaliação de docentes (já expressamente admitido pelo secretário de Estado Jorge Pedreira): reduzir as despesas públicas com a Educação. Maquiavélico, não acham?!…
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