Mário Nogueira, 50 anos, professor do 1º Ciclo, dirigente sindical...
Na Antena 1
sábado, 19 de abril de 2008
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MOVIMENTO PARA A MOBILIZAÇÃO E UNIDADE DOS PROFESSORES.
Coordenação: Ilídio Trindade
Embora haja outras matérias que merecem a nossa contestação determinada, convém não esquecer que O CENTRO DA NOSSA LUTA FOI A REVOGAÇÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE, de que decorreu a divisão da carreira em duas categorias e o modelo de avaliação de professores introduzido por MRL. Foi este "documento" que esteve na base de toda a instabilidade que se viveu e continua a viver nas escolas. A luta firme e determinada deu alguns resultados. No entanto, o último acordo celebrado entre os principais sindicatos e o Ministério da Educação foi um mau acordo, pelo que é necessário continuar a lutar por uma carreira digna, uma avaliação justa e uma escola pública de qualidade.
Entretanto... a crise e a "troika" trouxeram à cabeça dos governantes o delírio. Lutamos agora contra a mobilidade, o aumento do horário de trabalho, a destruição da escola pública e o fim da qualidade no ensino.
A vinculação dos professores contratados é também uma das nossas actuais prioridades.
7 comentários:
Pois, há dezassete quê?
Em que escalão está este senhor?
Aposto que no 9º ou 10º!
VERGONHA!
Está no 10º escalão e não foi provido em titular...
Alguém que me explique: eu tenho mais anos de serviço efectivo (25) do que ele (25 com licencenciatura; 23 com profissionalização)e só estou no 9º Escalão!
Não acredito!
Ao que consta teve 92 pontos. Alguém me pode dizer, como é isso possível!?
Decreto-Lei nº 200/2007 de 22 de Maio (concurso de professores titulares).
Vamos ás contas dos pontos do "sorteio da 5 de Outubro".
Mario Nogueira:
Satisfaz: 1 ponto
Assiduidade: 35 pontos (não é suposto que um sindicalista, membro de um executivo, deputado, etc, tenha faltas!)
Actividade lectiva e não lectiva: 2pontos vezes 7 anos, dá 14 pontos.
Total: 50 pontos
Então como é que tem 92 pontos!?
Boa pergunta.
"Valeu a pena" ter sido docente a tempo inteiro, ao longo destes 30 anos!
Estou no 9º Escalão, não possuo licenciatura, tive capacidades, até à saída do Decreto-Lei nº 200/2007 de 22 de Maio (concurso de professores titulares), para coordenar ano, ciclo e escola.
Ser professor titular é ser "professor altamente qualificado". Concluo que deve ser por este motivo que, agora, quem me avalia é um colega que nunca quis saber da sala de aula (não me parece ser caso isolado, pelo que observo, em muitos lugares).
Os valores estão completamente trocados. O novo Estatuto surgiu para "premiar" o mérito, sem dúvida!
De que servem a dedicação, o trabalho, o empenho, o esforço, se neste momento, basta ter um curso de formação complementar conferente a grau de licenciado e a "alta qualificação" existe?
Será que só é inconstitucional a alínea b) do 13º Artigo do "bem pensado" Decreto-lei 200/2007 de 22de Maio?
Por que será que são tão poucos a falar deste aspecto!?
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