Esta apresentação pode ser útil para dirigir a reunião e esclarecer outros colegas sobre a legalidade desta "paragem de aulas" e das suas tramitações formais.
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MOVIMENTO PARA A MOBILIZAÇÃO E UNIDADE DOS PROFESSORES.
Coordenação: Ilídio Trindade
Embora haja outras matérias que merecem a nossa contestação determinada, convém não esquecer que O CENTRO DA NOSSA LUTA FOI A REVOGAÇÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE, de que decorreu a divisão da carreira em duas categorias e o modelo de avaliação de professores introduzido por MRL. Foi este "documento" que esteve na base de toda a instabilidade que se viveu e continua a viver nas escolas. A luta firme e determinada deu alguns resultados. No entanto, o último acordo celebrado entre os principais sindicatos e o Ministério da Educação foi um mau acordo, pelo que é necessário continuar a lutar por uma carreira digna, uma avaliação justa e uma escola pública de qualidade.
Entretanto... a crise e a "troika" trouxeram à cabeça dos governantes o delírio. Lutamos agora contra a mobilidade, o aumento do horário de trabalho, a destruição da escola pública e o fim da qualidade no ensino.
A vinculação dos professores contratados é também uma das nossas actuais prioridades.
3 comentários:
Não me revejo na acção sindical com base na opinião que já expressei no meu “desabafador” (http://porabocanotrombone.blogspot.com/2008/04/vitria.html)
Espero que os movimentos de profs se mantenham como aconteceu anteriormente, e que na 2ª-F mostrem o seu descontentamento nos protestos convocados.
Concordo com o colega Mário Silva. Onde é que está a vitória alcançada ontem? Quem é que, na moção aprovada a 8 de Março no Terreiro do Paço, deu legitimidade aos sindicatos para negociarem este "acordo", o qual, na prática, acaba por pôr em marcha a avaliação, fazendo experiências com os contratados? Onde estão as afirmações de que, a partir de então, só se negociaria com o primeiro-ministro? Para que serve, então, o dia D? Pergunto eu.. e pergunta a opinião pública depois de ter ouvido dizer que foi alcançado um acordo. Livrem-nos das tácticas dos sindicatos. Temos de voltar à rua, sim senhor, mas por nossa conta.
O pessoal k protedta quer é que a " boavida" se mantenha...
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