Atendendo às recentes declarações da Ministra da Educação feitas na entrevista dada a um jornal diário “Ministra contra chumbos na Escola”, e após a assinatura do Memorando de Entendimento Ministério da Educação – Plataforma de Sindicatos, entende o MUP tomar posição pública sobre a matéria e colocar à discussão, para implementação, a seguinte medida a adoptar pelos professores nas escolas de todo o País:
Nas reuniões de avaliação dos alunos, no final do presente ano lectivo, propõe-se que os professores lancem as notas em pauta sendo a nota mínima de 3 ou 10 (consoante se trate do Ensino Básico ou Secundário). As notas “reais” dos alunos e os documentos utilizados na avaliação devem ficar à guarda dos próprios professores.
Elaborar um comunicado para informar todos os Encarregados de Educação de que as notas da pauta foram lançadas de modo a cumprir o que manda a Ministra da Educação.
Se quiser rever a entrevista, clique aqui (blog) ou aqui (CM).










14 comentários:
Só se "ela" os viesse aturar nas aulas...
Concordo plenamente!
Embora perceba e concorde com a lógica da proposta,permito-me sugerir uma pequena (ou não)alteração.Em vez do registo(guardado) dos professores, se faça o registo, em acta de conselho de turma, das classificações reais dos alunos com a ressalva das alterações "administrativas" (3 ou 10)implicitamente indicadas pela ministra da educação.
Dou mais uma achega! Cá por mim, não vejo necessidade de guardar coisa nenhuma nem de alterar qualquer nota! Este período consigo, facilmente, que todos tirem a nota máxima e ficar, assim, com a minha posição salvaguardada. Como? Fazemos todos testes de cruz e dizemos aos meninos que se não souberem alguma, escolham a b) !! :) Ou então fazemos o teste antes, a devida correcção...e teste com consulta! Se ninguém pode chumbar, pelo menos que passem com o " mérito" de ter até conseguido " boas" notas nos testes! Se é assim que a Senhora Ministra quer, eu faço-lhe a vontade...
luisa
Creio que há muito que deveríamos estar a responder "taco a taco" á dita cuja (!).
É um bom começo. Por mim subscrevo totalmente. Vou divulgar por outros professores.
Um excelente "prato frio"!
Aguardo depois as vossas instruções aqui no blog.
Obrigada.
Ana
Creio que há muito que deveríamos estar a responder "taco a taco" á dita cuja (!).
É um bom começo. Por mim subscrevo totalmente. Vou divulgar por outros professores.
Um excelente "prato frio"!
Aguardo depois as vossas instruções aqui no blog.
Obrigada.
Ana
Não vamos cair no "nonsense", ok?
Eu percebo os motivos que levam à sugestão desta proposta mas, sinceramente, "duas ideias más não fazem uma boa". Não vamos atirar-nos de um penhasco só para provar que morremos se o fizermos... Concentrem mas é os esforços em ridicularizar as afirmações da tutela, com sensatez e racionalidade. Há que não cair em descrédito!!
Será possível desenvolver outras formas de luta em Maio: em 22 e 29 de Maio, todos os professores meterem um dia de ausencia laboral (artigo 102) por ENJOO COM A POLÌTICA DO MINISTÈRIO, O ECD E O NOVO SISTEMA DE GESTÂO AUTOCRÀTICA. É uma "greve" que não depende dos mansos sindicatos que temos...
Basta passar esta mensagem a todas as escolas e mobilizar os professores.
Nem seria necessário nada destes "pró-formas"; bastaria colocar na pauta final: APROVADO
Proponho que se faça também uma votação para conhecermos a verdadeira percentagem de professores que estão de acordo com o memorando da Plataforma Sindical.
Em minha opinião, a moção foi uma farsa.
Força MUP !!!
O Movimento Mobilição e UNIDADE dos Professores deveria ter os 100 mil que estiveram na manif do dia 8 e ACREDITEM que o E.C.D. já tinha sído revogado !
Assim...
CONTINUAREMOS NÓS A LUTAR SEMPREeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
24 de Abril NUNCA MAISsssssssssss
José Pires ( Made in Vinhais )
Escola E. B. 2/3 da Ericeira
Peço desculpa pela minha confusão a propósito do conceito de “protesto com sensatez e racionalidade “...
Então não é isso que temos vindo a fazer nos últimos anos,concretamente desde a estreia do filme << Professor versus Perseguição Implacável>>?...
Resultado!... - políticas educativas objectivamente definidas e legisladas com toda a “sensatez e racionalidade pedagógica!...” –(não fossem cair em descrédito junto da opinião pública, sempre na vanguarda da n/defesa).
Enfim!... peço desculpa mas sou dos que acreditam que “devagar e bem... se chega atrasado!”
Por mim, subscrevo! (ainda que tenha que engolir alguns sapos vivos).
Deixem ser a sociedade civil a insurgir-se contra a farsa que o ME quer impôr!Nós apenas nos limitamos a cumprir orientações superiores...
Joaquim Miranda
Isto é uma proposta inaceitável, a meu ver. Ando a denunciar o facilitismo e o contrasenso que é apontar níveis de sucesso a alcançar no final do ano, para entrar numa esparrela destas? Francamente! Que a ministra ache que tanto faz dar 5 como 10 (1 ou 3) isso está de acordo com a sua tentativa de descredibilizar a nossa função e o ensino público. Por detrás duma proposta destas vejo um qualquer Valter a esfregar as mãos, apostado em ganhar uma aposta deste tipo: «queres ver como eles alinham?»
Luís Ladeira
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