Ficamos a aguardar a publicação do trabalho, para melhor percebermos o que se está a pasar na escolas.
Deste modo, esta "entrada" passará apenas a fazer parte do arquivo, deixando de encabeçar o blogue.
Obrigado a todos os que colaboraram.
Já é conhecido, por exemplo, o caso de uma escola em que dois horários foram atribuídos a três professores, mas a jornalista Margarida Davim, que está a realizar o trabalho, gostava de ter mais.
A seu pedido, agradece-se a divulgação desta mensagem, no sentido de encontrar alguns professores que queiram contar as suas histórias (mesmo sem ser identificados).
Por motivos de fecho da edição, a jornalista precisa de uma resposta até quinta-feira.
Margarida Davim
Jornal Sol
E-mail- margarida.davim@sol.pt
Rua de São Nicolau, 120
1100-500 Lisboa
96 133 02 33
21 324 66 11
ADENDA: A mesma jornalista pretende também encontrar casos de professores que tenham tido de lidar com tentativas de suicídio nas escolas e perceber que tipo de formação é que os professores têm para lidar com estas situações e de que mecanismos dispõem as escolas para prevenir outras tentativas de suicídio e acompanhar os jovens com este tipo de problemas.
Os contactos são os já referidos.
NOTA: Esta mensagem ficará no topo do blogue até quinta-feira. Todas as novas "entradas" ser-lhe-ão subsequentes.










5 comentários:
Os professores têm tanta formação a nível de suicídios como os pescadores. Deixem-se de tretas e entendam que um professor é um professor, não um médico, nem um sociólogo, nem um entretainer, nem um psicólogo, etc.
A nossa formação é para o ensino. Casos especiais são com os especialistas. Ou vão querer que a gente tenha formação para uma operação de emergência tipo apendicite?
Dou aulas há quase trinta anos, e nunca tivemos um caso de suicídio. Por outro lado, falta de respeito, impunidade, má educação, prepotência e arrogância aumentam de dia para dia. Estes são oa verdadeiros culpados da falta de aprendizagem dos alunos.
Get real! Façam um artigo sobre a impotência do professor perante a leviandade da sociedade ou sobre a situação Kafkaiana em que este tipo de avaliação de desempenho nos meteu. Sabiam que na nota final a actividade lectiva só vale 6%? Sabiam que no concurso para titular a média de curso e de estágio nem sequer foi considerada? A incompetência e a cunha oucupam agora as chefias das
escolas. A única coisa que posso dizer aos colegas é: bem vindos à função pública.
Deixem-se também das tretas dos problemas de colocação: esses erros sempre existiram e há mecanismos para os resolver.
Preocupa-me o suicídio nos professores, isso sim.Foi um no ano passado,há outro em depressão grave, há outros que trabalham dia e noite ao computador e acham que conseguem ensinar algo a meninos, há outros que se vão reformar antecipadamente...ficam os magalhães!Pobres dos nossos alunos...Psicólogos precisam-se.
Subject: Fwd: PROTESTO MARCADO DIA 30/9 3ª FEIRA ÀS 15 HORAS EM FRENTE AO ME- DIVULGA!! REENCAMINHA!!
Colegas
O protesto está marcado para dia 30/9 (terça-feira) às 15 horas. Fomos ao governo civil hoje e entregámos a comunicação! Isto é o tudo por tudo COLEGAS! Temos que dar o máximo! A comunicação social vai ser convocada! Se estiverem poucas pessoas a nossa luta é prejudicada! Consciencializemo-nos disso!
A presença de cada um de nós é fundamental! Contamos com a solidariedade de todos os colegas também!
Passem a palavra!
Erro reconhecido mas ninguém o solucionou.
Somos dois professores vítimas de um erro causado pela Escola Secundária de Castro Verde e apesar das diligências efectuadas à Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação pelos próprios professores, pela escola e pela Direcção Regional de Educação do Alentejo estamos colocados noutra escola, desde 29 de Agosto, a 50 Km de casa, e a escola onde deveriamos estar a trabalhar está sem professores, destes dois horários, desde o início do ano lectivo.
Temos estado, até agora, à espera que nos resolvam o problema, mas passadas quase 4 semanas ninguém nos solucionou a trapalhada causada pela incompetência de um orgão de gestão. O erro já foi assumido pela escola, mas a Direcção Geral de Recursos Humanos não atendeu resolvê-lo, pois comunicou à Direcção Regional de Educação que o sucedido não foi da sua responsabilidade, pelo que os professores terão carregar com tal facto.No meio disto tudo estamos onde não deveríamos estar sendo lesados profissionalmente e principalmente a nível pessoal e familiar.
É o país que temos!
Atenciosamente,
José Rocha e Hélder Pedroa.
A minha esposa é professora e hoje em dia não tem nem meia hora para estar com os filhos e com a família. Mas o que é isto? Será que os professores não têm direito a vida própria? Será que para este governo a família do professor não tem qualquer importância? Será que os conselhos executivos pensam que ser professore é ser escravo da papelada? Grande parte do estado das coisas se deve, também, à conivência dos conselhos executivos que só pensam em agradar a esta ministra que é da educação mas que não é dos professores.
Onde está a luta desta classe que encheu Lisboa em protesto e que se ficou por aí?
Por este andar só vejo as coisas a piorar e que no futuro os professores sejam apenas "aqueles" que tomam conta dos meninos.
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