Os motivos para esta acção são de todos já sobejamente conhecidos. A luta é nobre e justa e os objectivos inserem-se amplamente na posição oficial do nosso Sindicato acerca desta matéria (ver resolução da Assembleia Geral de Sócios do SPGL/FENPROF, o mais importante órgão sindical entre Congressos - ver spgl).
Assim sendo, apelo, a título individual, e cumprindo com os meus deveres e direitos estatutários de associado, à presença solidária de todos os colegas nesta importante iniciativa, especialmente os sócios e quadros sindicais do SPGL, maior organização sindical integrante da FENPROF.
DIA 30/09 ÀS 15H FRENTE AO M.E. - TODOS PRESENTES, TODOS SOLIDÁRIOS!
Se acha que é preciso agir, que denunciar não chega; se acha que os sindicatos não vão resolver nada; se tem razões para estar revoltado; se acha que isto é uma palhaçada e está a ser tratado(a) como palhaço(a), vá, grite, revolte-se, mostre que não aceita nem tem medo, porque acima de tudo exerce uma profissão que merece respeito.










3 comentários:
Pouco ou nada se sabe! Não há mobilização! É com estas medidas descoordenadas, estremadas e inconscientes que... ainda mais nos dividimos. O Ministério, a ministra, os oportunistas dos sindicatos é que saem sorrindo. GREVE às AVALIAÇÕES, políticas concertadas de um profissional desleixo, coragem em assumir o NÃO QUERER FAZER, o NÃO QUERER ser avaliado quando se está (POR EXEMPLO) há anos no topo de carreira RESISTIR!
Concordo plenamente com o protesto do dia 30 de Setembro. Um protesto não é uma greve e não exige mobilização. É apenas o direito à livre expressão da revolta de cada um. Imaginem que cada dia aparecia um professor vestido de palhaço a gritar a sua revolta em frente ao Ministério da Educação. Mascarado… a espernear… sei lá… a exercer o seu direito a ser um palhaço com pulmões. Levam-nos o resto mas que nos deixem os “pulmões” no sítio!!!
"Concordo plenamente com o protesto do dia 30 de Setembro. Um protesto não é uma greve e não exige mobilização. É apenas o direito à livre expressão da revolta de cada um. Imaginem que cada dia aparecia um professor vestido de palhaço a gritar a sua revolta em frente ao Ministério da Educação. Mascarado… a espernear… sei lá… a exercer o seu direito a ser um palhaço com pulmões. Levam-nos o resto mas que nos deixem os “pulmões” no sítio!!!"
Elucidativo!
E depois querem ser tratados como adultos!
Todos a fazer palhaçadas, mto giro!
Que tal umas queima de fitas?
Umas praxes?
EU NÃO QUERO SER COLEGA DESTE TIPO DE GENTE!!!!
SOCORRO!!!!!!!!!
L. Braga
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