Leiam bem, mas mesmo bem, este trecho do sítio da Fenprof:
"Tem corrido a blogosfera e tem-se propagado por correio electrónico a informação de que a FENPROF iria realizar uma reunião com representantes de três movimentos de professores. Esta informação não é rigorosa. Foi solicitada, apenas, a possibilidade de representantes de movimentos exporem os motivos dos seus recentes posicionamentos em relação à situação na Educação. O que foi, aliás, aceite, como também é normal fazer-se, sempre que uma associação ou movimento o solicita, num espírito de unidade que a FENPROF sempre sustentou."
Sobre o assunto, remeto ainda para o comentário do Paulo Guinote (aqui) e as três notas do Mário Carneiro (aqui ou aqui).










4 comentários:
Profundamente desiludido com o meu partido, que deixou de ser um partido de esquerda para se revelar uma ditadura... encontro-me agora duplamente desiludido com o meu sindicato...faço público o meu descontentamento e desde já assumo a intenção de me des-sindicalizar. Se os sindicatos não servem para servir os nossos interesses então não servem para nada.
Manuel Silva
O Conselho Nacional da Educação vai propor ao governo o fim das reprovações no ensino básico. A informação é avançada na edição de hoje no Diário Económico, onde se pode ler ainda que a proposta segue o modelo finlandês de educação.
O Conselho Nacional da Educação, um órgão consultivo de audição obrigatória, mas sem parecer vinculativo, defende que os chumbos atiram a responsabilidade da não aprendizagem para os alunos e para os pais, o que não deve acontecer.
O parecer do Conselho Nacional de Educação diz ainda que devem existir mais intenções educativas na escolaridade, até aos três anos de idade, como a profissionalização das amas, por exemplo. O Rádio Clube contactou o ministério da Educação, que remeteu para mais tarde uma posição sobre a proposta do Conselho Nacional de Educação.
http://radioclube.clix.pt/noticias/body.aspx?id=13858
Caro Ilídio Trindade e Paulo Carneiro,
Felizmente o Paulo Guinote acordou tarde, mas acordou. Tal como vós,desde o início, sempre discordei de qualquer alteração de data.
O dia 15 foi o dia de quem, iniciado o movimento de contestação NAS escolas, avançou contra a ignomínia.
Os tiques centralizadores de quem orbita, subserviente, o poder estão aí, revelados com a mesma metodologia de sinal contrário a que o Ministério nos habituou.
Da reunião de hoje só sairá mais indignação, mais desilusão, mais azedume. Depois me dirão.
Dia 15 encontramo-nos no Marquês de Pombal. Dia 8 estarei na Feira do Cavalo da Golegã, directamente de Braga.
Um abraço a todos os bravos resistentes.
Carlos Félix Fernandes
Os sindicatos traíram os professores.
O governo pagam bem, grande parte dos sindicalistas são professores titulares.
Agora como moeda de troca querem dividir a luta.
Dia 15 é manifestação dos professores, dia 8 a dos sindicatos.
Os sindicados não são a solução eles fazem parte do problema.
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