sexta-feira, 31 de outubro de 2008

POIS... HÃO-DE PERCEBER DAQUI A POUCAS HORA PORQUÊ!

Educação
Sindicatos e movimentos de professores ainda sem acordo quanto a protesto único
Os sindicatos e os movimentos de professores ainda não chegaram a acordo quanto à eventualidade de realizarem uma manifestação única na próxima semana em Lisboa, passadas que estão quase 24 horas após a reunião entre representantes da Plataforma Sindical de Professores e dos movimentos independentes de docentes.

Mário Nogueira, porta-voz da plataforma sindical e dirigente da Fenprof, desvaloriza, contudo, o facto de não ter sido, ainda, elaborado um comunicado conjunto, como fora acertado por ambas as partes. “Não há comunicado porque ainda não há consenso em relação a alguns aspectos”, disse, em declarações ao PÚBLICO, frisando que, independentemente daquele documento, a “plataforma sindical espera que todos os professores — individualmente, sindicalizados ou integrados em quaisquer movimentos — participem no protesto de 8 de Novembro”.

Após o encontro de ontem à noite (em que Mário Nogueira não participou), um dos três movimentos independentes, a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APED), divulgou um comunicado no seu blogue (http://apede.blogspot.com) em que anunciava que “o diálogo decorreu num clima de franqueza e de abertura”, e que havia sido criado “um compromisso no sentido de se abrir a possibilidade de uma única manifestação em Novembro”.

Mas, apesar do interesse dos professores, que ao longo do dia se manifestaram na caixa de comentários do blogue, o comunicado — que à 01h39 da madrugada de hoje era prometido para “breve” — não foi ainda divulgado.

Nem Mário Nogueira nem Mário Machaqueiro, da APED, divulgaram o que divide as várias organizações, que mantêm a negociação em aberto. Mas, ontem, já se previa que o acordo fosse difícil. Em declarações à agência Lusa, os representantes dos movimentos não sindicais de professores — que convocaram uma manifestação para dia 15 — classificavam como “essencial”, para uma aproximação, a denúncia do memorando de entendimento estabelecido entre a plataforma sindical e o Ministério da Educação. E o secretário-geral da Fenprof excluía, “em absoluto”, a possibilidade de tal acontecer, argumentando que o documento em causa “veio defender os interesses dos 140 mil professores” portugueses.

4 comentários:

Anónimo disse...

Espero que sejam boas notícias e que os professores que não aceitam SENHORES NEM DONOS possam ir - de camioneta, de comboio, pelos seus meios - mostrar que não se vergam a compromissos vergonhosos. Obviamente, no dia 15.

francisco disse...

Por favor ... UMA MANIFESTÇÃO ÚNICA.
QUEREMOS é lutar CONTRA a Ministra, não queremos guerrinhas entre profs

Anónimo disse...

O memorando de entendimento estabelecido entre a plataforma sindical e o Ministério da Educação NÃO veio defender os interesses dos professores!

Espero que não tenha defendido os interesses de outros...

Os professores estão a sofrer, desde o início do ano lectivo, devido a um ERRO GROSSEIRO cometido pela plataforma sindical que denota tiques partidários que nada têm a ver com os profissionais da educação!

Os sindicatos deveriam defender EXCLUSIVAMENTE os professores e isso não se sente nas escolas!

O discurso parece ser: "Eles os professores e nós os sindicatos."

Daí a força dos bloguistas...

Arrebenta disse...

É interessante verificar que estas movimentações provocaram um efeito semelhante ao do Rio Colorado, no Grande Canyon, e, de repente, sem se querer, começámos a ver as camadas geológicas todas, nuas, cruas, insuportáveis, até à Raiz do Tempo... :-)

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