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MOVIMENTO PARA A MOBILIZAÇÃO E UNIDADE DOS PROFESSORES.
Coordenação: Ilídio Trindade
Embora haja outras matérias que merecem a nossa contestação determinada, convém não esquecer que O CENTRO DA NOSSA LUTA FOI A REVOGAÇÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE, de que decorreu a divisão da carreira em duas categorias e o modelo de avaliação de professores introduzido por MRL. Foi este "documento" que esteve na base de toda a instabilidade que se viveu e continua a viver nas escolas. A luta firme e determinada deu alguns resultados. No entanto, o último acordo celebrado entre os principais sindicatos e o Ministério da Educação foi um mau acordo, pelo que é necessário continuar a lutar por uma carreira digna, uma avaliação justa e uma escola pública de qualidade.
Entretanto... a crise e a "troika" trouxeram à cabeça dos governantes o delírio. Lutamos agora contra a mobilidade, o aumento do horário de trabalho, a destruição da escola pública e o fim da qualidade no ensino.
A vinculação dos professores contratados é também uma das nossas actuais prioridades.
2 comentários:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1034373
Nesta notícia sobre a reunião de dia 29, solicitada PELOS MOVIMENTOS destaco a seguinte passagem:
O encontro de quarta-feira não tem “pontos em agenda pré-definidos”. Na eventualidade de um dos lados desistir de uma data “em nome” da convergência, deverão ser os movimentos a abdicar.
“Não faz sentido o inverso”, defendeu ao JN Carlos Chagas.
Ora bem, aqui está a extraordinária abertura negocial dos sindicatos. Fantástico! Como quem diz: podem cá vir falar connosco mas ficam já a saber que daqui não levam nada, a mudar-se a data, tem de ser a nossa data!
Depois ainda há quem diga que os movimentos de professores é que fomentam a divisão. Já não bastou os sindicatos terem feito birra e numa atitude lamentável marcarem uma manif para 8 dias antes com argumentos inenarráveis, numa tentativa totalitária de esvaziar a manif de 15, apenas porque têm uma sede imensa de poder e de controlar as massas, e agora vêm com esta afirmação à imprensa, condicionar as negociações, inquinando e azedando o clima para uma reunião que foi solicitada, pelos movimentos de professores.
Se eu estivesse no lugar dos representantes dos movimentos já os tinha era mandado à m**** e nem punha os pés na reunião. Fiquem lá com o vosso plenário (tudo de bracinho e bandeirinha no ar a aprovar o que depois não se cumpre) e com a manif de dia 8. Os professores com tomates, que não se deixam manipular e que percebem que podem ser mais activos e decisivos na luta porque não estão amarrados a nenhum acordo com o ME, esses saem à rua dia 15! Por mais que não fosse por ser histórica e pelo potencial desorientador e desestruturante que uma manifestação nacional convocada por simples professores pode ter para o ME! Lembram-se do buzinão na ponte? Lembram-se do protesto dos camionistas? Lembram-se das estradas cortadas pelos agricultores do Oeste? Lembram-se das escolas fechadas a cadeado por pais e alunos?
Está na hora, mais que na hora, de assumirmos nas nossas mãos o que queremos, o que não queremos e a condução do nosso protesto! Livres de amarras e cajados! E o resto é paisagem carago! Afinal somos homens (e mulheres) ou somos galinhas?
Nem que se lance outra data qualquer, mas cedermos ao que fomos os primeiros, NÃO!!!!!!!!!!
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