sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

ENCONTRO NACIONAL DE ESCOLAS EM LUTA: LOCALIZAÇÃO

Vai decorrer, no próximo sábado, dia 6 de Dezembro, em Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva, entre as 10:00h e as 17:00h, o ENCONTRO NACIONAL DE ESCOLAS EM LUTA .

Através desse encontro, organizado conjuntamente pelo MUP e pela APEDE, onde estarão presentes
algumas escolas (de Norte a Sul do País) e alguns movimentos de professores que se associaram a esta iniciativa, pretende-se delinear, para os tempos difíceis que se avizinham, as estratégias de resistência dentro das escolas e de formas de luta eficazes para o reforço do poder reivindicativo dos professores:
. pela suspensão do actual modelo de avaliação;
. pela revogação do Estatuto da Carreira Docente;
. por uma escola inclusiva e de qualidade.

As inscrições encontram-se abertas até ao final de sexta-feira, dia 5 (consultar
aqui).


MAPAS COM A LOCALIZAÇÃO DO TEATRO JOSÉ LÚCIO DA SILVA






Também pode aceder ao Google Maps e procurar "Cine-Teatro José Lúcio da Silva" e deixar-se levar por quem sabe (as explicações são do Fernando Rodrigues, que eu me dei ao trabalho de digitalizar).


VINDO DA A1


VINDO DA A8

5 comentários:

Anónimo disse...

Meus senhores, arranjem um locus nortenho, cá prá gente do carvalho, da beira mar aos montes do demo. Os trocos para as camionetas começam a apertar!

Ana Fernandes disse...

É com mágoa que reconheço, agora mais do que nunca, desunião e mal estar nas escolas.
Agora entendo aqueles que estando de acordo com esta avaliação, se sentiram perseguidos.
Será que não se pode ter outra opinião? Já não se respeita o livre arbítrio?
Estive sempre na luta, desde o início:
-Escrevi ao 1ºministro
-Fui a todas as concentrações na Av dos Aliados tendo, inclusive lançado uma dessas concentrações.
-Fui ás duas de Lisboa
-Fui a grande incentivadora na escola a promover esta última ida a Lisboa convocando como se de um passeio se tratasse. Fiz um cartaz que nos representou com dignidade e apareceu nos média.
Acabou o meu mandato. Acabei hoje de ouvir, após olhares de desaprovação por parte de vários colegas: "Não me mandes mais mails"(será o último se desejar). Tratam como se os tivesse traído e porquê?
Porque eu não fiz greve (quem me dera ter podido fazer)
Alguém me perguntou porquê?
Uma pessoa.
Expliquei que tinha usado todas as armas que tinha mas o dinheiro não era uma arma que dispusesse.
Amigos? Não. São só colegas e não são obrigados a entender.
Nem vou aqui entrar em pormenores.
Mas de algo tenho a certeza. Ninguém nunca me viu questionar porque não foram a nenhuma das concentrações (eram de borla), nunca critiquei porque respeito isso. O que fiz foi pela minha cabecinha. Sou responsável pelos meus actos e esta ferida não me vai demover. A união entre os professores será sempre uma utopia. Os pequenos focos de amizade prevalecerão mas somos demasiados para podermos pensar todos do mesmo modo.
Isso é notório se perguntarem aos colegas: "...então que modelo de avaliação implementarias?"
Certo é que a maioria não quer este modelo de avaliação mas respeito aqueles que a querem.
Cá por mim continuarei a contestá-la. Aqui ou noutra escola.
Abomino pressões de qualquer tipo. Recuso-me a agir pressionada.
Descredibiliza, no entanto, que apenas 4 dos grevistas tenham vindo à escola. De facto, era suposto ter sido uma greve diferente em que os docentes se concentrariam no portão. O que tivemos foi 3 no interior da escola e um, bastante constrangido, no café (a ter que conversar com os 5 ou 6 "traidores").
Não irei nunca, nem nunca o fiz, confrontar o modo como cada qual vive a sua luta. Cada um atravessa uma etapa de vida, vicissitudes, familiares doentes, dificuldades económicas, períodos mais ou menos contestatários. Custa muito entender? Será preciso ser mais do que colega. É preciso ser-se AMIGO. Respeitar o outro. Favorecer os laços no nosso local de trabalho. Minados já nós somos muito.

in
profindignada.wordpress.com

Ana Fernandes disse...

É com mágoa que reconheço, agora mais do que nunca, desunião e mal estar nas escolas.
Agora entendo aqueles que estando de acordo com esta avaliação, se sentiram perseguidos.
Será que não se pode ter outra opinião? Já não se respeita o livre arbítrio?
Estive sempre na luta, desde o início:
-Escrevi ao 1ºministro
-Fui a todas as concentrações na Av dos Aliados tendo, inclusive lançado uma dessas concentrações.
-Fui ás duas de Lisboa
-Fui a grande incentivadora na escola a promover esta última ida a Lisboa convocando como se de um passeio se tratasse. Fiz um cartaz que nos representou com dignidade e apareceu nos média.
Acabou o meu mandato. Acabei hoje de ouvir, após olhares de desaprovação por parte de vários colegas: "Não me mandes mais mails"(será o último se desejar). Tratam como se os tivesse traído e porquê?
Porque eu não fiz greve (quem me dera ter podido fazer)
Alguém me perguntou porquê?
Uma pessoa.
Expliquei que tinha usado todas as armas que tinha mas o dinheiro não era uma arma que dispusesse.
Amigos? Não. São só colegas e não são obrigados a entender.
Nem vou aqui entrar em pormenores.
Mas de algo tenho a certeza. Ninguém nunca me viu questionar porque não foram a nenhuma das concentrações (eram de borla), nunca critiquei porque respeito isso. O que fiz foi pela minha cabecinha. Sou responsável pelos meus actos e esta ferida não me vai demover. A união entre os professores será sempre uma utopia. Os pequenos focos de amizade prevalecerão mas somos demasiados para podermos pensar todos do mesmo modo.
Isso é notório se perguntarem aos colegas: "...então que modelo de avaliação implementarias?"
Certo é que a maioria não quer este modelo de avaliação mas respeito aqueles que a querem.
Cá por mim continuarei a contestá-la. Aqui ou noutra escola.
Abomino pressões de qualquer tipo. Recuso-me a agir pressionada.
Descredibiliza, no entanto, que apenas 4 dos grevistas tenham vindo à escola. De facto, era suposto ter sido uma greve diferente em que os docentes se concentrariam no portão. O que tivemos foi 3 no interior da escola e um, bastante constrangido, no café (a ter que conversar com os 5 ou 6 "traidores").
Não irei nunca, nem nunca o fiz, confrontar o modo como cada qual vive a sua luta. Cada um atravessa uma etapa de vida, vicissitudes, familiares doentes, dificuldades económicas, períodos mais ou menos contestatários. Custa muito entender? Será preciso ser mais do que colega. É preciso ser-se AMIGO. Respeitar o outro. Favorecer os laços no nosso local de trabalho. Minados já nós somos muito.

in
profindignada.wordpress.com

Anónimo disse...

Dividir para reinar, tem sido a estratégia utilizada.
A quem possa interessar: http://www.profblog.org/2008/11/o-banqueiro-joo-rendeiro-que-levou-o.html

Anónimo disse...

Fala um Enc. de Educação.

O Senhor Lello do PS ontem à noite num canal chamou aos Professores, "aquela gentinha..." como pode um Governo no Parlamento com deputados que não sabem reconhecer que a sua formação, passou pelas mãos de professores.
Esquecendo-se, que muitos professores são pais e tem crianças em casa...
Este senhor Lello deveria ter vergonha de pertencer a um Governo que desgoverna esta Nação de nobres Portugueses...
Nunca vi neste País tanta pobreza a ter que enrriquecer corruptos bancários

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