terça-feira, 23 de dezembro de 2008

UM PROBLEMA DE CEGUEIRA, CERTAMENTE!

Não são os sindicatos, senhor. São os Professores!!! Ou aí pelo ME e governo andam cegos e surdos? Mudos, já se viu que não!


Educação

Ministério afirma que não pode manter negociações se sindicatos continuarem a apelar à suspensão da avaliação
23.12.2008 - 19h39 Lusa
O secretário de Estado Adjunto e da Educação afirmou hoje que não é possível manter negociações com os sindicatos de professores, caso estes continuem a apelar à suspensão do modelo de avaliação de desempenho nas escolas.

"O Governo não deixará de extrair conclusões da atitude dos sindicatos (...). Não é possível desenvolver um processo negocial de boa-fé com quem está permanentemente a apelar ao incumprimento da lei", afirmou Jorge Pedreira.

Em declarações aos jornalistas no final de uma reunião com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), o secretário de Estado escusou-se a especificar que tipo de conclusões poderão ser retiradas pelo Executivo, adiantando apenas que a posição do Governo deverá ser conhecida a 5 de Janeiro, data dos próximos encontros negociais com os sindicatos do sector.

Ainda assim, Jorge Pedreira deixou implícito que as propostas hoje apresentadas pela tutela sobre o concurso de professores poderão não avançar, se não cessarem as acções de luta.

O Ministério da Educação apresentou hoje aos sindicatos uma proposta que prevê que as classificações de Muito Bom e Excelente, atribuídas no âmbito da avaliação de desempenho, deixem de contar como bonificações para a graduação profissional dos docentes para efeitos dos concursos de colocação nas escolas. Assim sendo, a graduação profissional continuará a ser feita apenas com base no tempo de serviço e na nota de licenciatura, como acontecia até agora, o que responde a uma reivindicação dos sindicatos.

O Ministério apresentou ainda uma proposta que prevê que as 2300 vagas de professor titular que ficaram por preencher no primeiro concurso de acesso possam ser ocupadas por docentes já pertencentes a esta categoria noutras escolas e que queiram mudar de estabelecimento de ensino, algo que até agora estavam impedidos de fazer. Segundo a tutela, os lugares que os titulares que optem por mudar de escola deixarem abertos no seu estabelecimento de origem não serão preenchidos, o que significa que, na prática, continuarão a existir 2300 vagas por ocupar.

[...]

Toda a notícia no Público.

2 comentários:

Anónimo disse...

Não são os sindicatos, senhor. São os Professores!!!

1) Eis um fragmento da notícia publicada no JN de 15 de Dezembro sobre as conclusões da reunião entre o Me e a Plataforma:

"Só será possível rever o ECD como pretendemos se tivermos o maior abaixo-assinado de sempre (a ser entregue dia 22 no ME), se tivermos uma grande jornada de reflexão e luta em todas as escolas (13 de Janeiro) e se tivermos uma greve (19 de Janeiro) com uma adesão superior a 90 por cento. Se isso acontecer ficamos mais confiantes de que sairemos com um Estatuto melhor para os professores", garantiu Mário Nogueira.
...
Mário Nogueira garantiu ainda que 447 escolas têm o processo de avaliação de desempenho suspenso e apelou aos professores para que o mantenham parado, ou que decretem a sua suspensão.

"O maior desafio que se coloca às escolas neste momento é o da avaliação. Se ganharmos a suspensão da avaliação nas escolas teremos a possibilidade de, no âmbito da revisão do ECD, substituir o modelo", sublinhou."

A notícia pode ser consultada na íntegra em :http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1059323


Para leitura da nota de imprensa da FENPROF aceder a:http://www.FENPROF.pt/?aba=27&cat=34&doc=3868&mid=115

2) Plataforma lança Manifesto/Abaixo-Assinado pela suspensão do modelo de avaliação imposto pelo Governo
"Perante a intransigência do Ministério da Educação em aplicar um modelo de avaliação que interfere negativamente no funcionamento das escolas, no desempenho dos professores, logo, nas aprendizagens dos alunos", a Plataforma Sindical lança a partir de agora um Manifesto que vai recolher, apenas numa semana, um número recorde de assinaturas de apoio. "Será, estamos certos, o maior abaixo-assinado de sempre na Educação", garantiu Mário Nogueira na conferência de imprensa realizada pela Plataforma, meia hora depois de ter terminado a reunião dos responsáveis políticos do ME com os representantes sindicais, esta quinta-feira, dia 11, em Lisboa, que suscitou a presença de um "batalhão" de jornalistas no Conselho Nacional de Educação, em Lisboa.

"A luta nas escolas" e a rápida recolha de assinaturas de apoio ao Manifesto agora lançado pela Plataforma são tarefas fundamentais nestes dias que vivemos, como realçou o dirigente sindical." (13 de Dezembro)

Tiago Carneiro disse...

Ilídio,

só cá vim para te desejar um BOM NATAL para ti e para os teus.
Tudo de bom!!!

Abraço
Tiago
http://democraciaemportugal.blogspot.com

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