sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

AUTISMO DO PS LEVA A NOVAS FORMAS DE LUTA

PS inviabiliza suspensão da avaliação: ficam a perder as escolas e ganha maior importância a luta dos professores

Ao inviabilizar (8/01/2009) a suspensão do actual modelo de avaliação, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista derrotou, sobretudo, os superiores interesses da Escola Pública. Para a esmagadora maioria dos deputados do PS, muitos deles docentes, o interesse partidário impôs-se ao interesse público e às suas responsabilidades enquanto profissionais que deveriam preocupar-se com a Escola Pública, com a qualidade dos docentes que nela leccionam, bem como com a qualidade das aprendizagens dos alunos...mas não o fizeram!

As intervenções, tanto do Grupo Parlamentar do PS, como do Governo, foram reveladoras da falta de argumentos para defender o que, de facto, é indefensável: o actual modelo de avaliação imposto pelo ME que, ainda que simplificado nos procedimentos, mantém o essencial. Dessas intervenções destacaram-se as dificuldades do governante presente e do partido maioritário em lidar com as regras da democracia, chegando ao ponto de atacar aqueles que defendem negociações sérias e efectivas do ME com os Sindicatos; também relevou a necessidade de serem tecidos auto-elogios, com o recurso a um longo relatório de serviço cumprido, mesmo quando mal cumprido, para que o essencial do debate fosse esquecido.

Uma vez mais o PS ficou isolado, fazendo lembrar a rábula do soldado que, sozinho, marchava de passo trocado, para grande satisfação da sua mãe que via nos restantes a inaceitável troca de passo…

É evidente que os professores e educadores estão atentos, compreendem quem continua a impor um regime de ferro e fogo às escolas, quem, arrogante e prepotentemente, prefere o orgulhosamente sós e põe de lado o interesse público e a opinião dos outros, quem continua a intimidar e a ameaçar, quem impede que a tranquilidade regresse às escolas… Por essa razão, os professores e educadores não desistirão de lutar como ficará claro no próximo dia 19 de Janeiro realizando, de novo, uma Extraordinária Greve Nacional.

facto, é indefensável: o actual modelo de avaliação imposto pelo ME que, ainda que simplificado nos procedimentos, mantém o essencial. Dessas intervenções destacaram-se as dificuldades do governante presente e do partido maioritário em lidar com as regras da democracia, chegando ao ponto de atacar aqueles que defendem negociações sérias e efectivas do ME com os Sindicatos; também relevou a necessidade de serem tecidos auto-elogios, com o recurso a um longo relatório de serviço cumprido, mesmo quando mal cumprido, para que o essencial do debate fosse esquecido.

Uma vez mais o PS ficou isolado, fazendo lembrar a rábula do soldado que, sozinho, marchava de passo trocado, para grande satisfação da sua mãe que via nos restantes a inaceitável troca de passo…

É evidente que os professores e educadores estão atentos, compreendem quem continua a impor um regime de ferro e fogo às escolas, quem, arrogante e prepotentemente, prefere o orgulhosamente sós e põe de lado o interesse público e a opinião dos outros, quem continua a intimidar e a ameaçar, quem impede que a tranquilidade regresse às escolas… Por essa razão, os professores e educadores não desistirão de lutar como ficará claro no próximo dia 19 de Janeiro realizando, de novo, uma Extraordinária Greve Nacional.

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