segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

VAI SER O CAOS E A GUERRA TOTAL

Esta notícia tem de ser lida na íntegra.

Vai ser um festival caótico de processos disciplinares instaurados pelos PCE's aos colegas.

Mais uma vez, só (ir)responsáveis políticos, impunes no durante e no depois dos seus actos, podem tomar decisões destas.

Isto está a tornar-se verdadeiramente CRIMINOSO. E alguém tem de parar o processo!

Por este andar, um dia destes os professores têm de fazer uma subscrição nacional e fazer uma queixa-crime contra estes senhores.



EDUCAÇÃO EM CRISE

Professores que não entregaram objectivos individuais penalizados

Secretário de Estado diz que se os presidentes dos conselhos executivos também não definirem os objectivos pelos docentes, a consequência para quem não entrega é a não contagem do tempo de serviço.

O secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, esclareceu ao Expresso que no caso de os professores não entregarem os seus objectivos individuais no âmbito do processo de avaliação e de os presidentes dos conselhos executivos não os substituírem nesta definição, o tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira não será contado.

"A lei diz que o presidente do conselho executivo tem a possibilidade de ser ele a fixar os objectivos, no caso de o avaliado não o fazer. Se assim for, o processo de avaliação pode decorrer. Mas também pode não o fazer. Nesse caso, a avaliação fica inviabilizada. Não pode haver auto-avaliação nem apreciação da componente funcional sem objectivos. E a responsabilidade é do avaliado que não os apresentou", explica Jorge Pedreira.

"A lei diz que o presidente do conselho executivo tem a possibilidade de ser ele a fixar os objectivos, no caso de o avaliado não o fazer. Se assim for, o processo de avaliação pode decorrer. Mas também pode não o fazer. Nesse caso, a avaliação fica inviabilizada. Não pode haver auto-avaliação nem apreciação da componente funcional sem objectivos. E a responsabilidade é do avaliado que não os apresentou", explica Jorge Pedreira.

Disso mesmo foi informada uma professora da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, que decidiu não entregar os objectivos. A notificação está assinada pelo presidente do conselho executivo, Jones Maciel, que indica "orientações superiores" para determinar que o "período de tempo correspondente ao período de avaliação inerente não será considerado para efeitos da sua evolução na carreira do docente".

Em declarações ao Expresso, e na ausência de Jones Maciel, o vice-presidente do conselho executivo confirmou que a escola perguntou à tutela o que fazer em relação aos professores que não participassem nesta fase da avaliação. E que a resposta da Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação foi a de que teria de lhes ser comunicada a não contagem de tempo de serviço no período a que se refere a avaliação.

Jorge Pedreira diz que a orientação dada pela tutela às escolas é para que estas "notifiquem formalmente os professores que não cumprirem a entrega dos objectivos individuais e que informem de possíveis consequências de não se ser avaliado, designadamente que o tempo não contará para efeitos de progressão".

Mas a aplicação desta penalização tem suscitado dúvidas, já que sindicatos e professores garantem que em nenhuma lei está dito que a entrega dos objectivos individuais é um acto obrigatório no processo de avaliação. Em defesa desta interpretação, é apontado o facto de o Estatuto da Carreira Docente e o diploma da avaliação referirem como "obrigatória" apenas a auto-avaliação. E esta só acontecerá no final do ano lectivo.

"A entrega dos objectivos individuais é um dever dos professores", contrapõe, por seu turno, Jorge Pedreira.

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