sábado, 28 de fevereiro de 2009

PROFESSORES VÃO SER RECEBIDOS NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Na sequência do recente parecer jurídico preliminar, elaborado pelo Dr. Garcia Pereira, representantes dos movimentos dos professores solicitaram uma audiência na Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, que já foi confirmada e agendada para o próximo dia 4 de Março de 2009, às 10:00 h.

A Comissão Parlamentar de Educação e Ciência receberá uma delegação de professores composta por:

. Ilídio Trindade, em representação do MUP (Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores);

. Ricardo Silva, em representação da APEDE (Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino);

. Jaime Pinho, em representação o MEP (Movimento Escola Pública);

. Octávio Gonçalves, em representação do PROmova (Movimento de Valorização dos Professores);

. Paulo Guinote, em representação do grupo de professores que teve a iniciativa de solicitar o parecer jurídico ao Dr. Garcia Pereira.


O MUP centrará a sua intervenção em dois aspectos:

. sensibilização dos representantes parlamentares, com assento na CPEC, no sentido de solicitarem aos respectivos grupos parlamentares a constituição de um núcleo de deputados (são necessários 23) que requeira a fiscalização sucessiva da constitucionalidade dos diplomas e decretos que regem o ECD e a Avaliação de Desempenho Docente;

. exigência de que a Assembleia da República defina, clara e inequivocamente, quais são as consequências da não entrega dos objectivos individuais e/ou da não entrega do relatório de auto-avaliação.


No entanto, caso os colegas "mupenhos" e restantes professores considerem que há outros aspectos de relevo a expor, podem enviar as respectivas sugestões por e-mail.

8 comentários:

Ana disse...

O ponto
"exigência de que a Assembleia da República defina, clara e inequivocamente, quais são as consequências da não entrega dos objectivos individuais e/ou da não entrega do relatório de auto-avaliação", julgo não fazer sentido porquanto:

1. está perfeitamente regulamentado - OI's não são de entrega obrigatória; AUTO-AVALIAÇÃO - a não entrega conduz às penalizações prevstas em lei;

2. permite abertura para aquelas mentes perversas, deliberarem contra o que está já legislado.

Anónimo disse...

Exactamente... de acordo com o comentário anterior.
Esse ponto a ser discutido vai fazer com que os deputados escolhido pelo mérito tenham umas ideias brilhantes...

Anónimo disse...

Não se esqueçam de falar dos CONCURSOS. Uma aberração!

Ana disse...

há para mim uma questão fundamental:a existência de quotas.

Anónimo disse...

Não se esqueçam de falar na divisão das carreiras e do "roubo" do tempo de serviço 2005 - 2007. Boa sorte!

Rosmaninho disse...

Concordo com o anónimo das 22.48, a divisão das carreiras e o "roubo" do tempo de serviço 2005 - 2007 não pode ser esquecido. Vejam como hão-de abordar essa questão.

Anónimo disse...

É importante falar do abuso que está a ser a nossa componente não lectiva que mais parece um saco onde tudo cabe. Este facto está a arrastar-nos para um horário de trabalho sem regras e que nos coloca sistematicamente perante um conflito de deveres. Isto não é inconstitucional?

Anónimo disse...

Concordo com todas as opinões anteriores e acrescento que se deverá falar da avaliação, mas por pouco.
A existência de cotas nas classificações superiores a dar aos professores não faz sentido. É como se também pudessemos fazer isso aos alunos! Algo que nem nos passa pela ideia...
Força nesse trabalho de representação de todos nós.
Obrigado!

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