. Ilídio Trindade, em representação do MUP (Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores);
. Ricardo Silva, em representação da APEDE (Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino);
. Jaime Pinho, em representação o MEP (Movimento Escola Pública);
. Octávio Gonçalves, em representação do PROmova (Movimento de Valorização dos Professores);
. Paulo Guinote, em representação do grupo de professores que teve a iniciativa de solicitar o parecer jurídico ao Dr. Garcia Pereira.
O MUP centrará a sua intervenção em dois aspectos:
. sensibilização dos representantes parlamentares, com assento na CPEC, no sentido de solicitarem aos respectivos grupos parlamentares a constituição de um núcleo de deputados (são necessários 23) que requeira a fiscalização sucessiva da constitucionalidade dos diplomas e decretos que regem o ECD e a Avaliação de Desempenho Docente;
. exigência de que a Assembleia da República defina, clara e inequivocamente, quais são as consequências da não entrega dos objectivos individuais e/ou da não entrega do relatório de auto-avaliação.
No entanto, caso os colegas "mupenhos" e restantes professores considerem que há outros aspectos de relevo a expor, podem enviar as respectivas sugestões por e-mail.









8 comentários:
O ponto
"exigência de que a Assembleia da República defina, clara e inequivocamente, quais são as consequências da não entrega dos objectivos individuais e/ou da não entrega do relatório de auto-avaliação", julgo não fazer sentido porquanto:
1. está perfeitamente regulamentado - OI's não são de entrega obrigatória; AUTO-AVALIAÇÃO - a não entrega conduz às penalizações prevstas em lei;
2. permite abertura para aquelas mentes perversas, deliberarem contra o que está já legislado.
Exactamente... de acordo com o comentário anterior.
Esse ponto a ser discutido vai fazer com que os deputados escolhido pelo mérito tenham umas ideias brilhantes...
Não se esqueçam de falar dos CONCURSOS. Uma aberração!
há para mim uma questão fundamental:a existência de quotas.
Não se esqueçam de falar na divisão das carreiras e do "roubo" do tempo de serviço 2005 - 2007. Boa sorte!
Concordo com o anónimo das 22.48, a divisão das carreiras e o "roubo" do tempo de serviço 2005 - 2007 não pode ser esquecido. Vejam como hão-de abordar essa questão.
É importante falar do abuso que está a ser a nossa componente não lectiva que mais parece um saco onde tudo cabe. Este facto está a arrastar-nos para um horário de trabalho sem regras e que nos coloca sistematicamente perante um conflito de deveres. Isto não é inconstitucional?
Concordo com todas as opinões anteriores e acrescento que se deverá falar da avaliação, mas por pouco.
A existência de cotas nas classificações superiores a dar aos professores não faz sentido. É como se também pudessemos fazer isso aos alunos! Algo que nem nos passa pela ideia...
Força nesse trabalho de representação de todos nós.
Obrigado!
Enviar um comentário