Como todos sabemos, o processo naufraga em "águas de bacalhau" e ao Ministério, caladinho como tem andado, apenas interessa o menor espalhafato possível. Assim, tudo decorrerá na aparência da "normalidade" e na verdade da treta.
A par disso, tem o ME tentado utilizar todas as formas de levar os professores a entregarem os objectivos individuais. Primeiro, como todos também sabemos, foi através das ameaças dos Exmos. secretários de Estado; depois, através das caixas de correio dos professores.
Tendo consciência de que a lei não lhe dá razão, o ME resolveu utilizar outras técnicas no sentido de seduzir os professores para a entrega da "simples folha A4", onde devem constar os OI.
Os peões utilizados são os PCE's. As formas são, neste momento, essencialmente duas:
- solicitar aos PCE's que enviem uma carta aos professores contendo fotocópia da informação da DRGHE;
- dar directivas aos PCE's para prorrogarem os prazos de entrega dos OI.
No primeiro caso, ME e PCE's devem julgar que os professores são ignorantes, que andam desinformados e alheios do que se passa. No segundo, julgarão que os professores são massa acrítica que não entende os motivos de tal prorrogação que, a existir, pode abalar ad eternum qualquer credibilidade na determinação periodal do que quer que seja.
O que importa, caros colegas, é que continuemos determinados e que não cedamos a estas "chantagens" do ME. Porque são meras formas de nos pressionar e/ou seduzir.
Nenhum professor está sozinho. De acordo com os números que nos chegaram, somos milhares a manter de pé, com firmeza e determinação, a luta por um modelo de avaliação que praticamente todos contestamos (vide OS NÚMEROS DA RESISTÊNCIA).
MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!









2 comentários:
Muitos? Depende da perspectiva... 10 000 podem ser muitos ou apenas pouco mais de 7%........
penso que uma forma de demostrar a resistência, será participar no cordão a 7 de Março.
Ouço muito pouco ruído. Está toda a gente adormecida?
Porque não falar disto todos os dias?
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