quarta-feira, 22 de abril de 2009

ANÚNCIO, QUE VÊM AÍ AS ELEIÇÕES

Para que não digam que não achamos nada positivo, em princípio esta é uma boa medida.

Mas "não há bela sem senão." Mais uma vez, parece tratar-se de mero anúncio na linha da propaganda.

Atente-se a este extracto: «O primeiro-ministro anunciou a extensão da escolaridade obrigatória para 12 anos e fê-la acompanhar de bolsas de estudo para todos os alunos com aproveitamento que estejam nos dois primeiros escalões do abono de família. Antecipa assim em vários meses uma medida que tinha previsto apenas para a próxima legislatura na sua moção ao Congresso do PS. Mas a oposição prefere destacar que a medida já estava prevista no programa eleitoral do PS em 2005.»

Que pena a Educação ter sido e continuar a ser tão maltratada, por palavras e actos!


Debate quinzenal na AR
Governo vai estender a escolaridade obrigatória para 12 anos

22.04.2009 - 15h38 Leonete Botelho, Bárbara Wong, Romana Borja-Santos

O primeiro-ministro anunciou a extensão da escolaridade obrigatória para 12 anos e fê-la acompanhar de bolsas de estudo para todos os alunos com aproveitamento que estejam nos dois primeiros escalões do abono de família. Antecipa assim em vários meses uma medida que tinha previsto apenas para a próxima legislatura na sua moção ao Congresso do PS. Mas a oposição prefere destacar que a medida já estava prevista no programa eleitoral do PS em 2005.

O líder socialista explicou, durante o debate quinzenal na Assembleia da República, que com esta medida os alunos devem ficar na escola até aos 18 anos. A medida aplica-se aos alunos que vão se inscrever no sétimo ano, no para o ano lectivo de 2009/2010, por isso só vai começar a ser sentida daqui a três anos.

O primeiro-ministro anunciou ainda que, a partir do próximo ano, os alunos de todas as famílias que pertençam ao primeiro e segundo escalão do abono de família vão receber bolsas de estudo durante o ensino secundário que serão o dobro desta prestação social. Segundo Sócrates "a soma do abono e da bolsa representará um apoio mensal de 138 euros para um aluno do primeiro escalão, e 105 euros para um aluno do segundo escalão”.

De acordo com o primeiro-ministro “a qualificação dos portugueses é uma das prioridades” do Governo, que passa pelo “desenvolvimento do serviço público de educação”, através da requalificação das instituições e implementação de tecnologias da informação. “Apoiando as famílias neste esforço promovemos o sucesso económico, a justiça social e a igualdade de oportunidades”, defendeu José Sócrates, acrescentando que “o caminho das reformas estruturais é o caminho certo”, do qual “a crise económica não deve afastar-nos”.

O primeiro-ministro anunciou ainda um novo apoio às famílias para que a educação pré-escolar atinja 100 por cento das crianças no próximo biénio: “Queremos tornar gratuita a componenete social para as famílias com crinças de cinco anos beneficiárias dos dois primeiros escalões do abono de família”. Mas aqui não foi tão peremptório quanto à entrada em vigor desta medida em Setembro. “Acordaremos com as câmaras municipais e com as instituições particulares de solidariedade social a forma de concretizar, progressivamente, esta gratuitidade”.

Segundo o Governo “nenhuma criança deve entrar na escola sem ter tido antes pelo menos um ano do ensino pré-escolar”. “Os pais têm o dever de inscrever os filhos no jardim-de-infância pelo menos um ano antes da entrada no primeiro ciclo”, reforçou Sócrates. Apesar de considerar essencial que as crianças entrem na escola nesta altura, a medida não vai ter carácter obrigatório.

Notícia em actualização


In Público.

1 comentário:

Anónimo disse...

PORQUE NÃO ATÉ AOS 50 ANOS? OS VELHOS QUE TRABALHEM PARA OS NOVOS COMEREM E CABULAREM!

Desde 01-01-2009


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