O anúncio surgiu do secretário de Estado Adjunto da Administração Pública, Gonçalo Castilho dos Santos, que deixou claro que «o Governo não está disponível para reabrir matérias de ordem salarial».
O governante argumentou que este «não é momento para distracções», mas sim a altura para se discutir a contratação colectiva, em resposta à Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública.
No decorrer da primeira ronda negocial para a introdução da contratação colectiva, Gonçalo Castilho dos Santos admitiu que o objectivo passa agora por devolver aos trabalhadores os direitos perdidos.
O secretário de Estado lembrou ainda que a lei não permite a reabertura de matérias de ordem salarial numa altura em que se discutem as contratações colectivas.









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