2) Os professores e as professoras já mostraram que recusam estas políticas. 8 de Março, 8 de Novembro, 15 de Novembro, duas greves massivas, são momentos que não se esquecem e que despertaram o país. Os professores e as professoras deixaram bem claro que não se deixam intimidar e que não sacrificam a qualidade da escola pública.
3) Num momento de eleições, em que se debatem as escolhas para o país e para a Europa, em que todos devem assumir os seus compromissos, os professores têm uma palavra a dizer. O governo quis cantar vitória mas é a educação que está a perder. Os professores e as professoras não aceitam a arrogância e não desistem desta luta: sair à rua em força é arriscar um futuro diferente. Sair à rua, todos juntos outra vez, é o que teme o governo e é do que a escola pública precisa. Por isso, encontramo-nos no próximo sábado.
Subscrevem:
Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Educação SA (Reitor), O Estado da Educação (Mário Carneiro), Professores Lusos (Ricardo M.), Outròólhar (Miguel Pinto)
Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), PROmova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), CDEP (Comissão em Defesa da Escola Pública)










4 comentários:
Assuma-se a realidade: a partir do momento que por esse pais fora se elegem directores(as), é colocado o último prego no caixão do regime democrático nas escolas. O Golias ganhou porque possuía todas as armas e vantagens que usou habilmente.
A guerra continua, mas esta batalha foi perdida.
Manifestam-se para de seguida entregarem os objectivos e tudo o que o ministerio quiser, assim não dá.
Ainda luto porque acredito, mas sinto pena que tantos e bons colegas tenham entregue o corpo aos carrascos entregando-se á morte nas mãos deles...E mais não digo. Ah...digo apenas, somos a classe mais medrosa e desunida!...
Ana Silva
Ganhou ???
Só se o Povo profissional do Ensino - Educação - quiser !!!
Afinal somos 150 mil, basta querer fazer barulho com respeito e dignidade.
Greve por tempo indeterminado, muita coisa mudava logo.
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