quinta-feira, 28 de maio de 2009

EX-ALUNO CONDENADO PELO CRIME DE INJÚRIA A PROFESSOR

E se todos nós agirmos assim, em vez de nos queixarmos de que os alunos não nos têm respeito e de nos pormos à mercê de CE que não estão para chatices?


Vila Verde
Tribunal condenou ex-aluno pelo crime de injúria agravada a professor

O Tribunal de Vila Verde condenou um ex-aluno da Escola Secundária local pelo crime de injúria agravada a um professor ao pagamento de 300 euros de multa e de 500 euros de indemnização, disse hoje fonte judicial.

A fonte adiantou à Lusa que, na sentença, agora transitada em julgado, o tribunal deu como provado que em Junho de 2006, João N., agora com 19 anos, dirigiu palavras injuriosas ao professor de Matemática - nomeadamente dois adjectivos, considerados popularmente como «palavrões» - por ter sido chamado a atenção quando brincava com o telemóvel na sala de aula.

O docente, segundo a sentença, «havia, repetidamente, chamado a atenção do aluno - do 10.º ano de escolaridade - que brincava constantemente com o telemóvel e não realizava os exercícios que lhe eram apresentados».

«O arguido ignorou as várias advertências que lhe foram apresentadas até que, ao ser mais uma vez, chamado à atenção pelo seu comportamento indevido, se levantou, arrumou o material escolar na mochila e abriu a porta da sala insultando o professor antes de sair da aula», refere o juiz que julgou o caso.

A condenação do ex-aluno foi baseada, entre outros factores, no depoimento de três ex-colegas de turma.

O tribunal concluiu que, ao proferir expressões insultuosas, «o arguido lesou a honra e consideração» devidas ao professor, tendo agido com dolo directo, ou seja, com vontade de o ofender.

Contactado pela Lusa, o queixoso - que solicitou anonimato - disse que apenas recorreu aos tribunais porque o aluno não lhe quis pedir desculpas pelo seu comportamento incorrecto, apesar de lhe ter dado oportunidade para o fazer.

Acresce que, acentuou, depois de ter decidido castigar o aluno com dois dias de suspensão, o Conselho Executivo da Escola anulou a pena, argumentando que o professor tinha deixado passar 12 dias antes de apresentar queixa, o que viola os regulamentos.

«Deixei passar alguns dias porque dei tempo ao aluno para reflectir e pedir desculpa, e, depois, porque tive um funeral de família», afirmou, frisando que pensou também que o Conselho Executivo iria agir autonomamente por, entretanto, ter tomado conhecimento do facto.

In SOL.

1 comentário:

João Nogueira disse...

Penso que a Lusa devia estar ciente que nem todas as fontes são crediveis, e é com todo o gosto que me disponho a receber alguem da mesma para que lhe sejam apresentadas provas crediveis de alguns actos por parte do dito "ofendido", actos estes conhecidos por exemplo por assédio, injuria, agressão, etc... gostava tambem de referir que o "professor" foi condenado pela DREN a 3 meses de suspensão por conduta imprópria.

Os melhores cumprimentos.
João Nogueira

Desde 01-01-2009


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