No final da visita à Escola Secundária António Arroio, em Lisboa, José Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues foram confrontados com um forte protesto dos alunos. Centenas de alunos classificaram o Governo de «fascista» e contestaram as obras na escola.
O mote «Governo fascista é a morte do artista» ecoava na Escola Secundária António Arroio, em Lisboa, uma contestação que teve de forma espontânea no momento em que José Sócrates começou a discursar.
O presidente da Associação de Estudantes desta escola dedicada às Artes explicou que «a liberdade dos alunos em termos artísticos» é posta em causa, assim como «as obras que estão a ser efectuadas e os alunos acham que vão ser prejudicados este ano».
Contudo, João Managem recordou que as obras não afectam todas as áreas, como é caso do curso do presidente da Associação de Estudantes.
«Na minha área nós não estamos a se muito afectados, mas na área das outras tecnologias os alunos estão a ser prejudicados», referiu.
A Associação de Estudantes garante que o protesto foi espontâneo e nasceu apenas com o objectivo de defender a arte em Portugal, algo que, segundo os alunos, não acontece neste momento.
Os estudantes encontravam-se no interior da escola, a alguns metros do primeiro-ministro, mas ainda assim o protesto era audível.
À porta principal da escola, os alunos formaram outra barreira para impedir a passagem do primeiro-ministro e da ministra da Educação mas ambos acabaram por passar pelos estudantes e jornalistas
Depois de José Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues terem saído por um portão lateral da escola, os protestos mantiveram-se durante algum tempo no interior da Secundária António Arroio.
In TSF.










2 comentários:
Agora vão dizer que os alunos foram manipulados ....
Os melhores fogem por portas laterais.
O Ramiro quer exemplos?
Não lhos dou!
JSerra
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