sexta-feira, 22 de maio de 2009

JOSEFINA E A VERDADE DA AULA

Dois documentos para avaliarem do equilíbrio e do desequilíbrio.

A professora
Josefina, de Espinho, estará desequilibrada, como a acusou a ministra e como as televisões quiseram fazer passar?

Ouçam a aula (sem cortes sensacionalistas) e não atirem pedras antes de saber as coisas.

Parece que foi tudo inventado pelos alunos alvo de um processo disciplinar. Mas o mais grave é a montagem da comunicação social... e o prazer em fazer perseguição aos professores.

Porquê? Ouçam na íntegra a
versão integral da aula que causou a polémica.

Já agora, a propósito de "equilíbrio" e "desequilíbrio", comparem com este vídeo da triste figura ministra uivando a alunos do Desporto Escolar!


19 comentários:

Anónimo disse...

Só quem não estiver no seu perfeito juízo ou então estiver mesmo de má fé, é que pode afirmar que se ouvir a gravação integral daquela aula nauseante, poderá concluir que se trata de 1 aula de História perfeitamente normal! É sim 1 chorrilho de insultos, gritos, ameaças e vocabulário indecoroso.E mais não seja, fora da área de competência da dita senhora (qual aula de sexologia com vocabulário de alternadeira). Haja bom senso, dignidade e respeito.

Anónimo disse...

Senhores! Sou 150% a favor de uma disciplina de Educação Sexual, mas isto nada tem a ver com. Além de tudo o mais, a senhora é de uma agressividade psicológica aflitiva. O tom intimidatório (mesmo ameaçador) e o modo como se manipula a audiência são inapelavelmente desajustados, não há como defender outro ponto de vista.

Anónimo disse...

Anónimo(a) dirige-se a anónimo(a):
Tenha bom senso, dignidade e respeito por uma pessoa que não conhece de lado nenhum. Pelo que ouvi desta gravação ILEGAL dei-me conta de uma professora magoada por alguém e indignada. A "normalidade" é algo muito relativo, meu/minha caro(a). Talvez se olhe todas as manhãs ao espelho e se veja como normal, enquanto outra pessoa olhando-o (a) na cara tenha uma opinião diferente, certo? Questione-se: "serei mesmo normal"?... Quanto à terminologia usada no comentário: "alternadeira","indecoroso", "dita senhora" muito me conta a seu respeito! Coloco a hipótese de o(a) ver numa situação semelhante e a reagir igual ou pior! Tenha cuidado, porque nos tempos que correm, alguém munido de um TM poderá gravar alguma informação confidencial a respeito da sua vida privada e expô-la numa televisão ou num qualquer tablóide sencionalista...
Cumprimentos! Deste(a) anónimo(a)...

Anónimo disse...

Como professor, lamento a atitude da colega, como lamento muitas outras atitudes que, uma vez por outra, acontecem na sala de aula. Não creio, mesmo ouvindo a gravação na íntegra, que se trate de uma linguagem adequada, nem que o que foi dito seja desculpável. Mas também não é correcto o comportamento de quem gravou.
No entanto, há assuntos que têm de ser abordados, e alguns estão relacionados directamente com a sexualidade; se assim não fosse, voltaríamos aos tempos em que o IX canto de «Os Lusíadas» era assunto proibido, e nem seria possível compreender textos de autores como Gil Vicente, Eça de Queirós (veja-se, a título de exemplo, «Os Maias», «O Crime do Padre Amaro»), Cesário Verde, entre muitos outros.
A linguagem que se utiliza, a maneira como estes e outros conteúdos são abordados é que deve ser cuidada, reflectida, e pessoalizar os assuntos é profundamente errado, já que entramos na esfera da vida privada das pessoas, quer se trate da dos professores, quer da dos alunos.
E alguns comentários da colega chegam a ser profundamente insultuosos. E isso é um erro, eventualmente compreensível num determinado momento, em certas circunstâncias, mas não deixa de ser errado.

Anónimo disse...

Independentemente de ser ou não montagem o que se ouviu é um absurdo ! Eu sou professora de História e não gosto de ser posta em causa por situações pontuais, como também tenho o cuidado de que a minha conduta não ponha em causa a nossa classe.

Maria Amélia Campos disse...

Vi e ouvi o vídeo sobre o que aconteceu na aula da profª de Espinho. O meu comentário é o seguinte:
Sobre os alunos:
1º É verdade que o comportamento de grande parte dos alunos dentro da escola ou dentro da sala de aula é bem diferente daquele que têm em casa, neste caso a avaliar por aquilo que os pais dizem.
Todos nós já observámos as atitudes desbragadas, as relações entre rapazes e raparigas, sem qualquer recato, e o uso de um léxico a resvalar para o ordinário;
2º Se confrontássemos os pais com este tipo de atitudes dos filhos, certamente que ficariam surpreendidos e incrédulos, perante o espectáculo vulgarmente servido;
3ºOs jovens, quando confrontados com as suas atitudes reagem mal e raramente aceitam a autoridade de alguém que os aconselhe a mudar de atitude.
2º Sobre os professores e em particular sobre esta professora:
1º Tudo o que observei está errado quer em termos pedagógicos, quer em termos didácticos;
2º O que observei é a negação de tudo o que se pode dizer sobre o modo de ensinar seja que matéria for;
3º Misturar os temas foi de uma baixeza profissional que não se pode aceitar;
4º Mas o problema é que aquilo não foi uma aula normal. Foi a reacção de uma professora ferida e fora de todo o senso, certamente por julgamentos e actuações por parte de dois encarregados de educação, com base em relatos feitos pelos seus educandos.
5º E aqui entra o papel da escola e dos departamentos, que não se podem alhear deste tipo de situações, mal elas se começam a manifestar, devendo ser tudo rapida e claramente desmontado e acareado, para que não se chegue a este ponto.
6º Os pais e as associações de pais também têm um papel muito importante neste tipo de situações, para não permitir que elas resvalem ao ponto a que este caso chegou.
Por último, a professora revelou um total desgaste e descontrolo da situação, próprio de quem não está em seu perfeito equilíbrio, sendo que esta situação foi o culminar de muitos sinais a que não se deu a devida importância.
O que é de lamentar é que escola, pais, professores e alunos, todos com a sua quota parte de responsabilidade, desatem a "atirar pedras" sem fazer todos "mea culpa".
Que este triste episódio nos recorde que fazemos todos parte de um grande sistema educativo, que começa em casa e nela termina, e que à escola, aos dirigentes, aos professores e aos pais cabe a responsabilidade primeira da "roda livre" em que deixámos os nossos jovens. Eles estão à mercê dos maus exemplos que lhes damos e dos modelos que lhes servimos. Os jovens estão na ponta final desta cadeia de maus exemplos, pelo que as suas atitudes não nos podem deixar orgulhosos do nosso papel.

Anónimo disse...

Meus caros, um professor não é uma super pessoa. É um ser humano como qualquer outro. Mas podemos constatar que, afinal, sempre há alunos desrespeitosos das regras a seguir numa sala de aula pois utilizar um telemóvel num espaço que deveria ser de concentração e aprendizagem pode revelar um tipo de educação nada abonador para os respectivos encarregados de educação.
Tivesse sido uma gravação ilegal feita a um dos nossos importantes ministros e era ver processos a decorrer por todo o lado. Obviamente que este tipo de prova não é prova de nada.
Acordai!

Anónimo disse...

Isto é o reflexo da bandalheira que há nas escolas porque o sr. socrates e aministra, puseram leis em que os alunos não chumbam e n~ºao reprovam por excesso de faltas, depois o faciliismo, os alunos fazem o que querem, dá nisto.

Observa-se nitidamente que a professora estava a defender-se, fez de um modo errado, devia não passar cartão a encarregados de educação sem nenhuma formação que mandam as alunas "picar" a professora e mandam GRAVAR as aulas, depois pegam nisso e fazem um montagem.

GENTALHA RELES, QUER DE UMA PARTE QUER DE POUTRA E dEPOIS DÁ NISTO.

Façam como a maioria dos professores nõ passem cartão e deixem as alunas andarem a levar na rata, e educação é os pais que devem dar não são os profs.

Sr. doutora agora esteve mal, exaltou-se demais e passou cartão a gentalha reles baixando ao nível deles.

Nota 8(negativa) para a professora, nota 7 para as alunas, e nota 2 para os pais.

celeste caleiro disse...

Pois aqui temos um bom exemplo de que as coisas não correm assim tão bem nas escolas, como costuma dizer a nossa ministra....era bom que percebessem que a colega é a menos culpada no meio de toda a situação, que só ela e os alunos sabem como se gerou. E tb era bom que se percebesse que a tal educação sexual só terá frutos positivos se for encarada e abordada em situações oportunas e reais e pq não numa aula de História? Ou acham que atingem os objectivos da educação sexual com pps e tecnologia da treta, numa disciplina completamente isolada de tudo o resto? É a falar com os alunos, e com determinado tipo de relacionamento, que se consegue transmitir alguma coisa e muito mais sobre esses temas.Em grande parte os professores são confidentes, porque os pais nem têm tempo para falar com os miúdos sobre isso, ou então fazem-no da pior maneira.Deixemos que se analisem todos os pormenores e depois talvez possamos emitir juízos sobre a colega.

Anónimo disse...

Venho por este meio demonstrar a minha solidariedade junto com a professora Josefina! Não a conheço mas pelo que ouvi parece uma excelente professora. Enfim este é o resultado da falta de educação dos alunos, e dos próprios encarregados de educação, que em vez de educar deseducam. Acho que algo deveria ser feito em solidariedade desta professora, e que a aluna em questão seja punida!

Anónimo disse...

O anónimo das 14.00 h sabe o que significa a palavra "contexto"? O anónimo das 14.00 h não conseguiu, ainda assim, perceber que o que aconteceu naquela aula é apenas o acto final de algo muito desagradável que terá acontecido anteriormente? Não percebeu que o que aconteceu foi o descompensar em consequência de algo comum, que é as criancinhas contarem, em casa, de forma destorcida o que acontece na escola, mas que não entenderam, e em especial o que NÃO aconteceu? O anónimo das 14.00 h estará com a mesma boa fé com que estiveram os jornalista e as criancinhas angelicais que fizeram a montagem e praticaram os actos que levaram a isto?

Sociedade, Tecnologia e Ciência disse...

"Quem nunca altera a sua opinião é como a água parada e começa a criar répteis no espírito."
(William Blake)
"O sábio pode mudar de opinião. O ignorante, nunca."
(Immanuel Kant)
Obrigado Ilidio Trindade por me fazer mudar de opinião. Coitada da colega, patifes dos alunos...e fico-me por aqui!

Anónimo disse...

Não comento o conteúdo da gravação.
Mas esta gravação ilegal (e sua divulgação) já deve ter rendido bom dinheiro a alguns !!!!
Tal qual a gravação (não autorizada) e divulgação de publicidade/propaganda com alunos e Magalhães ao governo e/ou ao seu partido.Os exemplos de "bons" negócios vêm do alto...

Anónimo disse...

Não comento o conteúdo.
No entanto esta gravação(ilegal) e sua divulgação já deve ter rendido bom dinheiro a alguns!!!
Tal como a gravação/divulgação de publicidade/propaganda às políticas educativas do Governo com alunos sem autorização.
Os exemplos vêm de cima...

Anónimo disse...

De facto fazemos parte de um sistema educativo, que por sua vez é parte integrante de uma sociedade. É fantástico darmos opiniões sobre terceiros e especialmente sobre vidas alheias, quando estas são expostas publicamente à custa das novas tecnologias.
Esta discussão, provavelmente, não existiria se alguém não tivesse gravado o diálogo de uma docente com os seus alunos. Não vou tecer considerações sobre o comportamento de uma professora irritada numa gravação ilegal. Seria "má língua". Há alunos extraordinários e há alunos muito mal formados e professores também! Por isso, não vou falar de "patifarias", mesmo que sejam "cínicas" ou "sarcásticas". É muito fácil tecerem-se juízos de valor sobre pessoas desconhecidas, é tipo caça às bruxas na Idade Média. É muito interessante ver pessoas de bem, tão cheias de justiça, conseguirem entrar dentro de cabeças que não as suas e perceberem exactamente o que aquelas pensam. Podem continuar a apontar o dedo, mas convém lembrar que, por cada dedo acusador apontado a alguém, há três voltados para trás. Não me importo que me queimem na fogueira, porque afinal, após estes anos todos, a política da Santa Inquisição continua!...

Anónimo disse...

Todas as opiniões sobre esta professora, estes alunos e respectivos pais são isso mesmo: opiniões. Todos os pais deviam ter o direito efectivo de escolher a escola, a turma e os professores dos filhos. Os pais que não querem os filhos nas aulas desta professora deviam poder tirá-los de lá. Os outros podiam ficar.

Ecila disse...

"Sumário: correcção dos trabalhos de casa" ao fim de 31 minutos de gravação...
Ouvi a versão integral e ilegal da "aula".
Receio pela aluna que a gravou. A educação que recebeu em casa foi realmente muito má, gravar aula sem permissão... Penalizados deveriam ser seus pais.
50 e tal aulas...permitem grande à vontade professor/aluno mas nunca poderão permitir tantas "curiosidades".
Compreendia perfeitamente este "sermão" todo se os alunos tivessem tido a oportunidade do diálogo.

Álvaro disse...

Perante o que vi e ouvi, penso que talvez o melhor seja todos fazerem uma séria reflexão sobre este assunto.
Neste momento, acho que todos, alunos, professora e pais, necessitam ser ajudados.
Bem mais importante que culpar é mesmo ajudar.
A culpa disto deve ser repartida por todas as partes envolvidas.
Acho, igualmente, que os erros devem servir para aprender com eles, mas depois seguir seguir em frente.
Felicidades para todos.

Anónimo disse...

intelectualices á parte julgo que isto tudo se resolvia se a sra professora tivesse "macho",como não tem anda "doida" e o resto é conversa...
a sociedade esta podre alunos,professores e pais!
todos tem responsabilidades pois nao dão de si o suficiente...
abraço apertado
hs

Desde 01-01-2009


Este blog vale $140.000.00
Quanto vale o seu blog?

eXTReMe Tracker

Estou no blog.com.pt - comunidade de bloggers em língua portuguesa
Twingly BlogRank
PageRank
Directory of Education Blogs

RSSMicro FeedRank Results
Add to Technorati Favorites
Locations of visitors to this page