sexta-feira, 26 de junho de 2009

O FIM DAS QUOTAS?

Não sei se, por fim, o ME fez sério exame de consciência, se é desnorte, hipocrisia, brincadeira ou mesmo bluff.

Os desvarios destes senhores irradicaram qualquer possibilidade de crença!




Topo da carreira docente
Quotas para classificações de mérito afinal são transitórias

A ministra da Educação admite que as quotas para as classificações de mérito atribuídas a docentes, que a tutela sempre disse serem fundamentais para garantir a diferenciação entre professores, podem afinal deixar de existir a prazo.

Maria de Lurdes Rodrigues respondia a perguntas de jornalistas a propósito de um relatório da consultora Deloitte, onde se dá conta de que as quotas, para este efeito, são quase uma particularidade portuguesa.

Também ao PÚBLICO, o Ministério da Educação (ME) precisou, através do gabinete de imprensa, que esta é uma disposição transitória: “As quotas pretendem contribuir para abalizar a atribuição das classificações de mérito, numa primeira fase em que o processo está em fase de implementação e ainda não existe uma cultura de avaliação consolidada que permita uma correcta diferenciação das classificações”.

Só um terço dos professores aspira ao topo

As classificações de mérito (Muito Bom ou Excelente) são uma das condições para se aceder à nova categoria de professor titular. Como estão sujeitas a quotas, actualmente só um terço dos docentes poderá aspirar a esta categoria.

No relatório da consultora Deloitte, que foi pedido pelo ME, compara-se as formas de avaliação dos docentes em Portugal, França, Inglaterra, Holanda e Polónia. “Considerando as características genéricas do modelo de avaliação, deverão destacar-se três componentes relevantes: a obrigatoriedade do processo, o avaliador e o sistema de quotização. Assim, os modelos dos diferentes países são obrigatórios, os avaliadores são elementos internos à escola (com excepção da França, em que o processo é externo e não obrigatório) e apenas em Portugal é contemplado um sistema de quotização/harmonização das avaliações”, lê-se no documento, a que a agência Lusa teve acesso.

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) foi informada que o ME apresentará a sua proposta sobre este tema na primeira semana de Julho. Em conferência de imprensa, a Fenprof anunciou que admite já não participar nesta reunião. “A negociação é um simulacro”, denunciou.

5 comentários:

Anónimo disse...

Isso faz tudo parte do estratagema para a caça ao voto. Com o meu eles não contam. SOU PROFESSORA E NÃO VOTO, NÃO VOTO NO PS!!

Anónimo disse...

Estão mesmo desnorteados. O meu voto também não apamham. Da primeira ninguém se livra, mas da segunda só quem for burro.

Anónimo disse...

As classificações de mérito (Muito Bom ou Excelente) são uma das condições para se aceder à nova categoria de professor titular. Como estão sujeitas a quotas, actualmente só um terço dos docentes poderá aspirar a esta categoria.
Como é possível haver professores que trabalham para o Bom e foram chamados para avaliarem colegas para Excelentes.
O Avaliador vai ter menos nota que o Avaliado.... só neste País

Anónimo disse...

Isto já não é um modelo de avaliação,pois não? Já é um cadáver,não é?Hoje,tiram-lhe um braço,amanhã,uma perna,depois de amanhã,a cabeça...Este PS é grotesco!Nunca vi nada assim.Bem podem inventar a pedra filosofal,que em Setembro levam um pontapé no c..!

Luís Sérgio disse...

A mentira desta gente é definitiva, por isso, não nos iludamos, continuemos na luta e façamos tudo o que estiver ao nosso alcance para os afastar do poder.

Luís Sérgio

Desde 01-01-2009


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