São 9h30m e numa das salas de exame de lingua estrangeira, um dos vigilantes passeia pela sala 'apinhada' com 3 alunos, folheando o enunciado da prova. O inspector que no momento passava, entra na sala e questiona que documento transporta na mão; o professor mostra o enunciado. O inspector, ainda dentro da sala e á frente dos alunos, admoesta o docente por ter a prova na mão; o docente questiona sobre qual o erro cometido e obtém a resposta de que está a quebrar o sigilo da prova...!
A gravidade da situação reside na falta de sensibilidade do inspector em não perceber que estava a transtornar os alunos num momento critico da sua vida escolar, com minudências burocráticas que em nada afectavam o normal funcionamento do sistema, e que se queria admoestar deveria fazê-lo fora da sala ou no fim do exame. Ou seja, deu mais importância a uma acção repressiva do que à criação de um ambiente tranquilo para os alunos.
Será que o estilo socrático autoritário também já chegou à inspecção da educação?
[recebido por e-mail]










3 comentários:
O pai e ditador e os filhos também são lolol
Neste pequeno episódio se vê a preocupação destas "chefias"com o desempenho dos alunos...Só querem mesmo exibir poder, desautorizar o professor e desnortear os alunos!
Estou convencido que há por aí muito (falso) democrata à espreita do momento adequado para revelar o seu verdadeiro perfil de ditador. Aliás, disso não tenho a menor dúvida, sobretudo com esse novo cargo de director. Eles até já passaram a usar gravata, vejam só! Não que tenha alguma coisa contra essa indumentária, mas não deixa de ser estranho que certas personagens, de repente, a ostentem.
Convirá não esquecer que vivemos décadas num sistema assumidamente monocórdico.
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