Ora vejam este caso da colega Isabel Braga, a quem foi recusada a avaliação por não ter feito a entrega dos objectivos individuais.
O "papismo" e as ilegalidades continuam. Não podemos baixar os braços.
Com conhecimento a:
Director do Agrupamento de Escolas de S. Teotónio
Maria Isabel Mendes de Vasconcelos Braga, professora do grupo 200, pertencente ao quadro de zona pedagógica do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral, a prestar funções na Escola Básica 2, 3 Eng. Manuel Rafael Amaro da Costa, vem, por este meio, expor o seguinte:
1- a requerente entregou no dia dezanove de Junho de dois mil e nove a sua ficha de auto-avaliação, cumprindo assim o primeiro momento de avaliação, tal como está definido no art. 15º do Decreto-Regulamentar nº2/2008 de 10 de Janeiro;
2- a requerente foi convocada pelo Conselho Executivo para o dia sete de Julho para um encontro, às dezassete horas e trinta minutos, para lhe ser comunicado o resultado da respectiva avaliação e classificação do desempenho docente. Nesse encontro, a requerente foi informada que tinha sido endereçado, pelo Conselho Executivo, um ofício como pedido de esclarecimento sobre avaliação de desempenho docente endereçado ao DGRHE, com conhecimento ao Gabinete Jurídico da DREAlentejo, sobre como agir relativamente aos docentes que não tinham entregue os objectivos individuais, mas que tinham procedido à entrega da ficha de auto-avaliação. Assim, a requerente foi informada que não tinha sido avaliada e, obviamente, classificada. Desta forma, solicita-se o favor da requerente ser esclarecida relativamente ao seguinte:
- qual o fundamento legal por a requerente não ter sido avaliada e classificada, se a mesma cumpriu a primeira fase do processo de avaliação, artigo15.º, alínea a) do Decreto Regulamentar nº2/2008 de 10 de Janeiro, tendo entregue a respectiva ficha de auto-avaliação?
S. Teotónio, 13 de Julho de 2009
A Professora
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(Maria Isabel Mendes de Vasconcelos Braga)









1 comentários:
Tudo isto é o principio de uma grande confusão, vai começar e as injustiças a rebolar.
Esta avaliação de desempenho, nem no terceiro mundo existe.
OUÇAM O QUE PENSA DISTO TUDO O PROFESSOR CATEDRÁTICO DR. CASTILHO
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