quinta-feira, 30 de julho de 2009

ESTRATÉGIA INDEPENDENTE QUE SE MANTERÁ INDEPENDENTE

Como tem sido público, o MUP assume que, frustrado qualquer progresso nas negociações sindicatos/ME ao longo dos dois últimos anos, tem de se empenhar em acções que contribuam para estancar as políticas de destruição da escola pública e da classe docente, participando numa campanha "anti-(este)PS", de forma que não seja possível um governo de maioria absoluta que prossiga na prepotência, no autismo e na saga da hipoteca do País.

Esta tem de ser uma acção participada por todos os professores, independentemente da sua opção de voto, sob pena de passarem a ser cilindrados em vez de espezinhados e a verem destruída a sua nobre missão de ensinar em escolas públicas e ensino de qualidade, no respeito pelo seu contributo para a educação/qualificação das novas gerações.

Ao contrário do que pretendem insinuar "mandatários do regime", fique claro que, como marca da independência que nos caracteriza, não só não partiparemos em qualquer campanha de carácter partidário, nem daremos qualquer indicação de voto dentro do espectro de TODOS os restantes partidos políticos (da direita à esquerda, dos grandes aos pequenos).

Por outro lado, a incidência feita "neste PS" (e não "contra o PS") marca claramente que a nossa campanha não é contra um partido, mas contra uma direcção que, em quatro anos, ao assumir funções governativas, defraudou completamente a confiança que os portugueses, em particular os professores, nela depositaram. Surgissem novos líderes ou novas linhas de rumo, não nos afastaríamos da estrita discussão geral de políticas educativas e não tomaríamos esta posição de último recurso.

Aliás, tendo em conta o empenho que temos colocado no "COMPROMISSO EDUCAÇÃO", convém deixar claro também aos "senhores que se seguem" - independentemente do partido e/ou de coligação que venha a exercer funções - que os professores se manterão vigilantes no cumprimento dos compromissos previamente assumidos e/ou das declarações públicas proferidas ao longo destes últimos anos.

Será isto suficiente (apenas o mais recente)?


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