quarta-feira, 1 de julho de 2009

FICHA DE AUTO-AVALIAÇÃO PREENCHIDA - 2

FICHA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO


DOCENTE DOS 1º, 2º E 3º CICLOS E DO ENSINO SECUNDÁRIO
AUTO-AVALIAÇÃO



1 – Como avalia o cumprimento do serviço lectivo e dos seus objectivos individuais estabelecidos neste âmbito?

No início do ano lectivo, a nível da componente lectiva foram-me atribuídas X turmas, num total de X alunos. A nível da componente não lectiva/horas supervenientes, foram-me atribuídas X horas na Biblioteca/Ludoteca/Apoio Pedagógico Acrescido/Desporto Escolar/...

Fui assíduo/a, tendo cumprido integralmente o serviço que me foi distribuído.

2 – Como avalia o seu trabalho no âmbito da preparação e organização das actividades lectivas? Identifique sumariamente os recursos e instrumentos utilizados e os respectivos objectivos
.
Preparei e organizei as actividades lectivas, elaborando as planificações, quer com o meu grupo disciplinar, em Departamento, quer individualmente, de acordo com a realidade sócio-cultural das minhas turmas.
Recursos: quadro, manual, retroprojector, quadro interactivo, materiais autênticos (no caso das Línguas), pesquisa informática, de enciclopédias, de dicionários, leitor de CD...
Instrumentos: Fichas diagnóstico, fichas informativas e formativas..., todo o tipo de materiais facilitadores e potenciadores da aprendizagem para os alunos e que me foram permitindo uma melhor adequação da minha prática lectiva, no tratamento e explicitação dos conteúdos.

3 – Como avalia a concretização das actividades lectivas e o cumprimento dos objectivos de aprendizagem dos seus alunos? Identifique as principais dificuldades e as estratégias
que usou para as superar.
As estratégias levadas a cabo, a fim de que eu cumprisse os meus objectivos e que se prenderam com o desenvolvimento das competências necessárias dos meus alunos, foram diversificadas, ao longo do ano lectivo. Estas centraram-se na promoção do papel activo dos alunos, a fim de que eles sentissem a sua co-responsabilidade na construção do seu processo de aprendizagem, tendo valorizado muito a organização e método de trabalho. Como já referi no ponto 2, fui atento/a às necessidades dos meus alunos, tendo utilizado diferentes recursos e instrumentos facilitadores e motivadores da aprendizagem. Também solicitei aulas de Apoio Pedagógico Acrescido (os serviços SPO...), para os alunos que apresentaram mais dificuldades e tentei que os alunos se mobilizassem para a participação nas actividades levadas a cabo pela escola.


4 – Como avalia a relação pedagógica que estabeleceu com os seus alunos e o conhecimento que tem de cada um deles?
Tentei sempre estabelecer uma relação pedagógica baseada no princípio de aprender a aprender, na reciprocidade de responsabilidades, a fim de que os alunos gostassem de estar na escola a trabalhar. Fui, também, estabelecendo sempre uma articulação estreita com as regras a cumprir, a fim de que os alunos as interiorizassem e as aplicassem, exercendo, desta forma, a cidadania, utilizando o princípio de aprender a viver com os outros.

5 – Como avalia o apoio que prestou à aprendizagem dos seus alunos?
O apoio prestado aos alunos foi muito positivo, tendo em conta que todos os recursos e instrumentos utilizados permitiram a diversificação de estratégias que visavam o sucesso. Também prestei um apoio mais individualizado sempre que necessário. A nível da relação escola/família, tentei envolver os Encarregados de Educação, informando-os ou solicitando o seu apoio, através da caderneta escolar, sempre que as atitudes dos alunos o justificavam.

6 – Como avalia o trabalho que realizou no âmbito da avaliação das aprendizagens dos alunos? Identifique sumariamente os instrumentos que utilizou para essa avaliação e os respectivos objectivos.
Tive como referência quer os Critérios Gerais de Avaliação do Agrupamento, quer os Critérios de Avaliação definidos pelo meu Departamento. Assim, procedi à avaliação diagnóstica, formativa e contínua, à medida que ia trabalhando os diferentes conteúdos e à avaliação sumativa, no final de cada período. Os instrumentos utilizados foram os referidos no ponto 2, tendo valorizado a organização e métodos de trabalho, com especial relevo para o caderno diário.

7 – Identifique a evolução dos resultados escolares dos seus alunos. Avalie o seu contributo para a sua melhoria e o cumprimento dos objectivos individuais estabelecidos neste âmbito.
No início do ano lectivo, a turma X apresentava X Planos de Acompanhamento e X alunos com dificuldades na minha disciplina. Através das estratégias levadas a cabo, X alunos conseguiram recuperar e desenvolver as competências necessárias para o seu nível de ensino. Contudo, X alunos não conseguiram desenvolver as competências necessárias, apesar de todos os esforços que desenvolvi e que se encontram registados em actas de Conselho de Turma e de Departamento, ao longo do ano lectivo.
- Provas de Aferição
- Exames Nacionais
Os resultados obtidos pelos alunos na avaliação externa foram ao encontro da interna que realizei ao longo do ano lectivo... ou não.

8 – Como avalia a sua participação e o seu contributo para a definição e concretização de estratégias para a prevenção e redução do abandono escolar e o cumprimento dos seus objectivos individuais estabelecidos neste âmbito? Na sua apreciação identifique sumariamente as acções e iniciativas
que desenvolveu.
Para a prevenção e redução do abandono escolar, por um lado, informei de imediato as ausências sistemáticas de determinado(s) aluno(s) às entidades competentes. A saber: Director/a de Turma e Encarregados de Educação, através da caderneta escolar do aluno. Por outro lado, tentei dialogar com os alunos, sempre que surgia a oportunidade, sobre a importância da escola nas suas vidas, a fim de que eles desenvolvam as suas expectativas face à mesma.

9 – Como avalia o seu contributo para a vida da escola e em particular a sua participação nos projectos e actividades previstos ao nível da escola/agrupamento e da turma (designadamente, no 1º ciclo, na supervisão das actividades de enriquecimento curricular)? Identifique as actividades que dinamizou e/ou em que participou
.
A nível das actividades levadas a cabo nesta escola, trabalhei com os meus alunos, levando-os a participarem nelas activamente. Também colaborei com os meus colegas espontaneamente e/ou quando solicitado/a, quer na planificação quer na sua realização.
Dinamizei...
Participei...

10 – Como avalia a sua participação nas estruturas de orientação educativa e nos órgãos de gestão e o contributo que deu para o seu funcionamento
?
Estruturas de orientação educativa
: Conselhos de Turma
Órgãos de Gestão (intermédia)
: Departamentos
Em Departamento, participo sempre na discussão inerente às nossas práticas lectivas (planificações, Critérios de Avaliação, definição de estratégias...), bem como na planificação de actividades.
Nos Conselhos de Turma, informo-me e partilho o conhecimento que detenho dos alunos, colaboro na definição de estratégias conjuntas que consigam ajudar os alunos a colmatar as suas dificuldades e a atingirem o sucesso.
Em suma, colaboro com os demais professores, procurando que a escola seja uma instituição viva e actuante, que permita aos alunos o exercício pleno da cidadania, visto a escola ser também um tempo de vida.
Director/a de Turma: recolha de informação detalhada sobre o meio socio-económico dos alunos e partilha da mesma com os professores da turma; acompanhamento dos alunos quer quanto à sua evolução na aprendizagem, quer quanto ao comportamento; uma relação de proximidade com os Encarregados de Educação, procurando um envolvimento cada vez maior por parte destes; disponibilidade para a resolução de problemas inerentes ao dia-a-dia escolar dos alunos.

11 – Como avalia o estado de actualização dos seus conhecimentos científicos e pedagógicos e a sua capacidade de utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação?
No que respeita aos meus conhecimentos científicos e pedagógicos, procuro manter-me em permanente actualização, que julgo ser conseguida, uma vez que, por um lado, a discussão existente com os nossos pares, como já foi referido em parâmetros anteriores, nos permite essa constante actualização. Por outro lado, a formação contínua que vou frequentando, sempre que a mesma é possível e as pesquisas através da Internet (uma ferramenta indispensável a qualquer profissional), permitem-me estar sempre actualizado/a.
Quanto às Tecnologias de Informação e Comunicação, procuro manter-me também actualizado/a.

Nota: Neste parâmetro poderão ser referidas outra licenciatura, outras habilitações…, uma vez que no parâmetro a seguir, apenas se refere à formação contínua creditada.

12 – Refira as acções de formação contínua realizadas e a classificação nelas obtida e avalie o contributo de cada uma delas para o seu desempenho profissional.

Desde 2005, realizei X acções de formação: _____, _____, ______... com a classificação, respectivamente, de ___, ___, ___... Estas acções contribuíram para o meu desempenho profissional porque estavam directamente ligadas com a minha área específica ...

Ou
Nestes últimos anos, não frequentei nenhuma acção de formação porque não esteve nenhuma disponível nos Centros de Formação mais próximos ou o centro estava desactivado...

Nota: a formação contínua conta para valorizar, desde que assegurada e gratuita. Mas não penaliza a quem não tiver frequentado. E só transita 1 crédito, de 2005 a 2007, para quem progride (Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, artigo 33º, ponto 5).

13 – Identifique sumariamente as suas necessidades de formação e de desenvolvimento profissional.
As minhas necessidades de formação estão nas seguintes áreas:
- TIC (power-point; moodle; Quadros Interactivos; excell…)
- Identificação de Dificuldades de Aprendizagem
- Identificação de Necessidades Educativas Especiais
- Indisciplina e violência na sala de aula
- Avaliação do rendimento escolar
[...]

14 – Como avalia a relação que estabeleceu com a comunidade e o cumprimento dos seus objectivos individuais definidos neste âmbito?
Ao longo do ano lectivo, estabeleci uma relação de respeito com todos os elementos da comunidade, participando de forma activa e empenhada na vida da escola.




Nota:

Os instrumentos de avaliação (de registo) não foram definidos em Conselho Pedagógico e os objectivos, para a elaboração dos objectivos individuais, constam do Projecto Educativo, que ainda está em revisão, dado que o processo de avaliação do desempenho docente não foi despoletado, como pressupõe o Decreto Regulamentar n.º 2/2008.

Assim, o/a docente só se refere aos objectivos (específicos e gerais) que norteiam o seu desempenho profissional, no que respeita ao desenvolvimento das competências necessárias dos seus alunos, como fazia até ao passado ano lectivo, no Relatório Crítico.

Este “modelo de simplificação” decorre do “Entendimento” entre a Plataforma Sindical e o ME e a legislação que lhe está agora subjacente é o Decreto Regulamentar n.º 11/2008, de 23 de Maio.


20 comentários:

Anónimo disse...

Independentemente da boa vontade em ajudar a preencher fichas que, concordo, não espelham o desempenho de cada profissional, permitam-me referir o seguinte: se o ME é castrador por impor uma parametrização igual para todo o continente português (relembra-se que a DGRHE, depois de n reuniões das CCAD, institucionaliza grelhas...), também estas indicações de preenchimento não abonam muito em favor do profissional que sabe pensar e reflectir. A liberdade de tentar ser-se própria fica condicionada, parecendo voltar ao tempo em que se publicavam brochuras para elaborar relatórios críticos...

Anónimo disse...

Numa altura em que todos estamos cansadíssimos e em reuniões constantes, qualquer ajuda é boa. Claro que estas fichas já preenchidas terão que ser adaptadas a cada caso e nunca copiadas acefalamente. Assim, só as aproveitará (e certamente mal) quem não tiver capacidade de pensar e reflectir

Anónimo disse...

É uma óptima ajuda. Assim talvez nem meia hora perca com tal aberração. É que ao longo do ano senti-me escravo por trabalhar talvez o dobro daquilo que devia (dei uma disciplina técnica num profissional tendo de criar todo o material pedagógico) e estou a precisar de férias. Afinal essas 35 horas semanais que fiz a mais (grande parte ao fim de semana, feriados e pela noite dentro) iriam ser avaliadas onde? Com uma cruz? A minha cruz iria ser avaliada com uma única cruz? Um belo sistema de avaliação! Quando antes de vir para o ensino, trabalhava numa empresa fabril, recebia incentivos como prémios de produtividade e por cada 8 horas, em feriado, lembro-me que ganhava 40 contos (há 15 anos), agora ... em vez de contos ... uma "infinita" anedota. (Nessa altura despedi-me para abraçar a profissão que julgava ser a dos meus sonhos. E na realidade foi durante uns bons dez anos. Agora, nem dá para descrever o pesadelo. Quem cria estes sistemas de avaliação não terá mais nada para fazer? Que tal criar uns manuais para as áreas de cursos profissionais onde não existem?

deusa disse...

A ajuda é preciosa!!! É pena não ser possível enviar correspondência com as fichas de auto-avaliação, para quem delas se lembrou (Av. 5 de Outubro e 24 de Julho), com uma bomba bem eficaz lá dentro!!! Podia ser que assim os professores pudessem trabalhar em paz!!!
M. Paula -- Leiria

Anónimo disse...

obrigada pela ajuda. Sempre é mais fácil adaptar, que começar do zero. Confesso, que estav atrapalhada, sem saber como começar.
Obrigada!
DP

Joaquim Ferreira disse...

Estamos a assistir em Portugal ao que se passou no CHILE... Esse país terceiro-mundista, em que a Ditadura TRAÇOU os carris por onde deveria circular cada um dos cidadãos... Esse país onde os estudantes são açoitados pelos polícias a mando dos MINISTROS INCOMPETENTES (como por cá, note-se!)que chegaram ao poder através da nomeação (ou de PSEUDO-ELEIÇÃO). Estamos a caminhoi do formato único e desiluda-se quem crê que este não é o socialismo que George Orwell bem retratou no seu livro ANIMAL FARM (traduzido por: O Triunfo dos Porcos). Está instalado o caciquismo. Em breve (mais ano menos ano!) termos nomeados politicamente os BOYS para gerir a escola em função da legitimidade que é dada aos partidos que ganham as Eleições. E, em breve, os nossos filhos terão de reeditar as canções de ZECA AFONSO e, em vez de gritar em "em vez de Eles Comem Tudo" terão de encher os pulmões e gritar (se ainda lhes derem esse direito!): "ELES CONTROLAM TUDO... Porque tal como refere o título do BLOG "Não Calarei A Minha Voz... Até Que O Teclado Se Rompa !"

Anónimo disse...

Deixemo-nos de treta, toda a ajuda é preciosa. Somos inteligentes demais para fazer exclusivamente copy/paste. Espero um dia criar algo original e dar assim um contributo para a sociedade. Para já vou usando o que outros inventaram, ou sobre o qual se dispuseram a reflectir antes de mim, afinal também nunca questionei quem inventou a caneta bic e tudo o que faço com ela é pessoal...

Anónimo disse...

Deviamos era todos fazer copy paste e mais nada! Se calhar os textos nem sequer serão lidos...

pipoca disse...

Concordo plenamente. Todos deveriam ter entregue a mesma grelha de objectivos e consequentemente a mesma ficha de autoavaliação. Isso é que era boicote!!!!!!!!! Já imaginaram Que palhaçada!!!!!! Era só para completar a que o governo iniciou. Talvez assim todos os portugueses compreendessem as justiças deste país.

Anónimo disse...

Anónima:
Obrigada pela ajuda.
Estamos cansadas de tanto trabalho. Imensas horas fora da escola que ninguèm contabiliza.

deonilde disse...

Um bem-haja muito sincero pela ajuda!
Estas fichas de "Auto-Avaliação" devem ser encaradas com o valor que cada um de nós lhes atribui - ou se acredita no modelo e se é coerente, revereciando-o e levando muito a sério cada um dos momentos burocráticos (não passam disso!) ou se assume que tudo isto foi/é um pesadelo de que (espero) havemos de despertar e o mais atinado é não lhe dar importância! Pensemos na eficácia e na justiça deste modelo... nota ZERO!

Anónimo disse...

SOLIDAREIDADE E PARTILHA - aquilo que o nosso tão querido ministério acabou na nossa profissão, ainda existe! Era bom que TODOS os professores não esquecvessem este valor!

Anónimo disse...

PARTILHA entre pares - um valor que este ministério aboliu. Mas há alguns professores resistentes! Pena é que não sejam TODOS.

Isabel disse...

Sou educadora de infância e a treta é sempre a mesma!... Temos as mesmas obrigações que os outros níveis de ensino (planificações; avaliações; Projectos curriculares; de grupo;Planos Anuais de Actividades;Conselhos pedagógicos; de docentes e tudo o resto!!!!) Nisso somos iguais! O problema começa... quando não temos o mesmo calendário escolar e até no preenchimento deste tipo de documentos para os educadores o que há? NADA!... O costume!

Anónimo disse...

Não concordo em absoluto com este último comentário. A visão pseudointelectualoide que o facto de lermos o trabalho realizado por outro possa ser castradora da nossa capacidade e liberdade de pensar é tão redutora como daqueles que pretendem que cada um de nós crie inutilidades partindo sistematicamente da estaca zero. Vamos passar ao sufismo em que é necessário partir do nada para que aquilo que fazermos ou dizemos possa ter algum valor? Não será a base no nosso progresso o trabalho realizado pelos outros que nos antecederam? O uso do telemóvel e não de sinais de fumo terá feito de nós autómatos sem cérebro e sem a capacidade de ter uma conversa inteligente? Ver uma obra de arte castrará a nossa capacidade de criar outra obra de arte? Cada um que medite nisso…

Anónimo disse...

Obrigado pela ficha que publicaram. Embora a vá preencher de modo diferente, por acordo na escola a que pertenço, penso que é um instrumento útil e nada redutor. Só é redutor para quem quer... Poupa imenso trabalho nesta aberração que a OCDE, num estudo encomendado pelo próprio ME, vem criticar!
Um abraço e continuação de bom trabalho

Anónimo disse...

«ao sufismo»???

Ó senhor professor... «sufismo» vem de «sufi»: é uma forma de religiosidade islâmica; semelhante às ordens monásticas cristãs...

Anónimo disse...

Sem deixar de usar "sufismo" no sentido que lhe atribui o anónimo anterior, não abdico do seu sentido neológico, criado a partir de "suf.", muito comum na avaliação. O facto de passar a haver palavras homónimas nada retira ao sentido de cada uma!

Anónimo disse...

Obrigado pela vontade de ser útil aos outros.
Caros amigos deixem-se de tretas. ninguém obriga ninguém a fazer copy paste só aproveita quem quer. è pena que Camões tenha morrido senão certas pessoas pediam lhe para fazer a auto avaliação em formato "Lusíadas".
Mais uma vez obrigado.

Anónimo disse...

Agradeço a partilha mto obrigada assim já temos uma base de trabalho.
Um abraço

Desde 01-01-2009


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