sexta-feira, 17 de julho de 2009

A GRALHA, O ERRO E A IGNORÂNCIA

Todos sabemos que o lapso e a gralha não são erros. Estes radicam na ignorância; aqueles, na distracção, na pressa... ou coisa parecida.

É verdade que um "ofício" do Ministério não pressupõe a utilização de um nível literário da língua. Mas, caramba, a utilização de um registo com erros grosseiros é um delírio nacional. Não me largam a cabeça alguns textos oriundos da famosa DREN e de outros que tais...

Este documento, assinado pela Directora dos Serviços de Formação da RHE, de que retirei apenas uns extractos (a cópia integral está aqui), parece arrancado de um esforço para escrever alguma coisa decente.

Há uns anos ensinava-se, aprendia-se e escrevia-se português! Teço só duas notas, porque as mais óbvias e simples.

Não sei se por efeito das "Novas Oportunidades" ou não (muitos dos nossos governantes parecem ter-se formado nelas), o certo é que o uso da pontuação (não compreenderam certamente o uso estilístico de Saramago!) é de bradar aos céus.

Além disso, separar, com uma vírgula, um sujeito do predicado foi erro que me fartei de assinalar ao longo destes últimos anos (veja-se o ponto 4). Também reza a gramática - a moderna não teve coragem de alterar esta regra - que o predicado concorda com o sujeito em número (veja-se o ponto 2).

Escreva-se PORTUGUÊS, senhores, ou faço uma queixa por estarem a atentar contra o Património Nacional!

1 comentário:

Anónimo disse...

Esta escumalha deveria ser avaliada.

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