Os dirigentes da função pública podem progredir na carreira sem avaliação, ao contrário do que está previsto para os restantes funcionários.
O Governo confirmou esta semana que as progressões na carreira dos dirigentes do Estado não estão dependentes da avaliação feita ao seu desempenho, ao contrário do que acontece com a generalidade dos funcionários públicos.
O esclarecimento surge no site da Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), onde se lê que a subida na escala salarial dos dirigentes "não depende da avaliação de desempenho correspondente". Assim, por cada três anos seguidos em comissão de serviço, o dirigente terá direito a subir na escala remuneratória.
In Diário Económico.









2 comentários:
Este é o maior escândalo em matéria de avaliação.
Mais uma forma grosseira de garantir o apoio a 27 Setº
Será que os Directores das escolas também estão incluídos neste "pacote da pouca vergonha"? Então, quer dizer que um dirigente pode ter uma prestação negativa que ainda é recompensado por isso? Isto faz-me lembrar o que se passou no grupo Águas de Portugal ( ver noticia no JN em http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=964684), em que mesmo perante um prejuízo de 75 milhões, foram atribuídos prémios de incentivo no valor de 2,3 milhões de euros. O problema é que só alguns priveligiados têm acesso a estes empregos! O que está a dar é ser incompetente e já nem precisam de se dar ao trabalho de parecerem competentes pois serão recompensados de qualquer forma! Enfim, JOBS FOR THE BOYS!
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