O presidente da PME Portugal, Joaquim Cunha, fala em «genocídio empresarial», quando se refere à perda de 150 mil empresários em quatro anos. Desta forma a associação pede ao Governo «actos que realmente ajudem as empresas».
A associação diz que são necessárias medidas que produzam efeitos e não «publicidade a medidas que não correspondem à realidade». O programa PME Investe é uma dessas medidas, que não evitou que o crédito dado pela Banca tenha caído, «pelo menos, 10%».
«Os bancos continuam a usar as garantias do Estado para recauchutar a dívida, diminuindo o crédito concedido e garantindo-o com aval do Estado» acusa Joaquim Cunha, segundo o Jornal de Notícias.
Augusto Morais, da Associação Nacional das PME sublinha a crescente importância (e concorrência) que países como a China e a Índia fazem a Portugal, realidades que se revelam danosas para os negócios nacionais.
Joaquim Cunha destaca medidas que ajudariam efectivamente as empresas, como a criação de uma moratória sobre os pagamentos à Segurança Social por parte das empresas, até à chegada da retoma económica. Por outro lado lembra o reclamado pagamento do IVA contra o recibo e não no momento da factura.









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