Moniz sai da TVI, mas Moura Guedes fica
José Eduardo Moniz entrou na TVI em 1998O director-geral da TVI, José Eduardo Moniz anunciou esta manhã a saída da estação de Queluz, segundo um comunicado divulgado no site da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários. A saída tem efeito a partir de hoje, de acordo com o mesmo texto. Manuela Moura Guedes já garantiu que vai continuar como subdirectora de informação.
Moniz sai da TVI
José Eduardo Moniz vai deixar a Media Capital, grupo que detém a TVI. A decisão foi hoje comunicada à CMVM. Segundo o mesmo documento, a decisão foi alcançada «por mútuo acordo». Num comunicado aos funcionários e colaboradores da estação de Queluz, José Eduardo Moniz diz sair «de coração triste» e «de consciência tranquila»
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Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Media Capital informa que Moniz «cessa hoje as suas funções de Director-Geral e de Coordenação de Informação e Programas da TVI».
Segundo o mesmo documento, a decisão foi tomada «por mútuo acordo» e, a partir de hoje, o ex-Director-Geral deixa de ter «qualquer vínculo profissional em relação às empresas que compõem o Grupo Média Capital».
José Eduardo Moniz desempenhava essas funções desde 1998, quando entrou para a TVI, e o grupo de comunicação destaca o papel que teve para que a estação atingisse a «liderança indiscutível em audiências e no reconhecimento pelo público português».
Num comunicado aos funcionários e colaboradores da estação de Queluz, onde manifesta gratidão para com todos, Moniz fala no fim de «onze anos de colaboração intensa, militante, incondicional e apaixonada».
Nesse texto, José Eduardo Moniz destaca a informação e a ficção da TVI e, dirigindo-se aos colegas, e diz ter sido «uma enorme honra fazer parte desta equipa».
«Longe vão os dias, dos quais não me esqueço, em que a sua sobrevivência estava em risco», recorda.
No momento da saída, o ex-Director-Geral da TVI diz-se «de coração triste», «de consciência tranquila» e convicto de se ter orientado «por princípios de honestidade e isenção, não aceitando pactuar com orientações ou pressupostos susceptíveis de contaminarem o pacto de seriedade e de verdade» com o público.
In SOL.









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