domingo, 20 de setembro de 2009

MAIORIA ABSOLUTA

O que é que o PS fez com a maioria absoluta que lhe foi dada?

• Ofereceu-nos um primeiro-ministro “não-socialista”, trapaceiro, narcisista, oportunista, autoritário e arrogante, destituído de cultura, de perspectiva histórica e de ideologia;

• Um primeiro-ministro que alega desconhecer a lei, que ele próprio fez aprovar, para fumar, às escondidas, num avião;

• Um primeiro-ministro que, no plano pessoal, mostra um carácter pouco recomendável, ao usurpar o título profissional de engenheiro, quando na realidade não o é ( independentemente das trapalhadas da sua licenciatura na Universidade Independente) pelo simples facto de a Ordem dos Engenheiros não reconhecer aquele curso daquela universidade;

• Ofereceu-nos um governo de inaptos, com ministros sem opinião própria, acobardados face à arrogância do chefe;

• Aumentou-nos a carga fiscal (excepto à Banca, relativamente à qual a diminuiu), contrariamente ao anunciado no seu programa eleitoral, de forma brutal e sem qualquer laivo de consciência social;

• Reduziu o défice, à custa desse aumento da carga fiscal, sem qualquer melhoria palpável na eficiência do Estado e com significativa redução das regalias sociais;

• Promoveu, em todas as entidades estatais, o espírito da caça à multa, em detrimento da pedagogia e da prevenção, numa atitude de gananciosa obtenção de receitas;

• Hostilizou vários sectores da nossa sociedade, sem que daí adviesse qualquer benefício para o funcionamento das instituições e respectivas actividades;

• Empenhou-se na destruição do Estado Social e na precarização total do emprego, impondo uma nova Lei do Trabalho, que acaba com a necessidade de haver “justa causa” para despedir, instalando a insegurança total no emprego;

• Criou sérios problemas na prestação de cuidados de saúde;

• Desautorizou os professores e empenhou-se em falsear as estatísticas do aproveitamento escolar, promovendo o facilitismo, dando origem à criação de uma geração de analfabetos com “computador e doutoramento”;

• Mostrou-se um falhanço total, no plano da economia do país, tendo aumentado as falências, as deslocalizações de empresas nacionais e estrangeiras, o desemprego e, genericamente, as dificuldades de todos os sectores da nossa actividade produtiva;

• Falhou em todas as promessas eleitoralistas, com particular destaque para a de “não aumento de impostos” e a da criação de um “aumento líquido de cento e cinquenta mil postos de trabalho”;

• Não conseguiu captar investimento estrangeiro de forma sustentável, dado que não foi capaz de tornar o País atractivo e competitivo;

• Mendigou, em nome da “real politic” junto de líderes estrangeiros pouco recomendáveis, devido às atrocidades que cometem reiteradamente, elogiando nomeadamente o governo de Angola, de forma escandalosa, ao dizer que aquele tem desenvolvido um “trabalho notável” (talvez por lidar com muitas notas!...) mostrando, claramente, já não haver lugar para princípios;

• Fez com que, em 2008, atingíssemos o recorde absoluto de endividamento em relação ao estrangeiro – 100% do PIB – coisa nunca antes ocorrida;

• O grau de pobreza aumentou, de forma generalizada, em todo o País – quase metade dos portugueses está vulnerável à pobreza;

• Aumentou a emigração de pessoal com qualificações superiores, empobrecendo, assim, o lote de aptos e disponíveis para integrarem os quadros dirigentes do País;

• Foi complacente com escandalosas retribuições e benesses de gestores públicos e privados;

• Foi incapaz de fazer cumprir a lei e de manter a ordem pública, aquando da insurreição dos camionistas, mostrando que apenas era forte relativamente aos fracos, sendo medroso em relação aos fortes, caindo, assim, por terra, a imagem propagandeada de firmeza;

• Nada fez para contrariar o aumento da criminalidade, não sendo capaz de dar resposta ao crescente sentimento de preocupante insegurança, que se instalou no país;

• Tem, pois, sido fraquíssimo quando e onde deveria ser forte (ex.: na luta contra a corrupção e contra as corporações e os interesses lautamente instalados) e tem sido fortíssimo onde deveria ser fraco (ex.: na intromissão na vida privada e social dos cidadãos);

• Falhou na União Europeia, patrocinando o chamado “Tratado de Lisboa”, cuja ratificação pelos estados membros veio a fracassar, por falta de democraticidade do processo e reprovação das manobras de bastidores, o que o transformou no “Destratado de Lisboa”;

• Negou aos portugueses o direito de se pronunciarem sobre este tratado, não promovendo o referendo, com o qual se tinha comprometido no seu programa eleitoral;

• Recebeu em Portugal Robert Mugabe, apadrinhando, assim, um criminoso tirano;

• Não foi capaz de prevenir a crise dos combustíveis, mediante a definição atempada de uma estratégia energética para o país, continuando à deriva nesta como noutras matérias, demitindo-se das suas responsabilidades e remetendo-se à cobarde posição de atribuição de todas as culpas às instâncias internacionais e ao funcionamento do mercado-livre e à especulação, no que é contrariado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) que veio dizer, claramente, que a crise em Portugal se deve a razões internas;

• Apadrinhou o comportamento da Galp, a qual se aproveitou da subida ( em dólares e não em euros ) do preço do petróleo para aumentar discricionariamente o preço dos combustíveis, não os baixando na mesma proporção sempre que o preço do petróleo entrava em queda;

• Criou um sistema de controlo da informação e de propaganda, essencialmente preocupado com a ocultação das enormes debilidades e com a gestão da imagem, digno de fazer inveja ao anterior regime;

• Criou as “Novas Oportunidades” – uma enorme encenação de “formação”, que apenas se limita a atribuir “canudos” a nulidades, que nada aprenderam de útil para a sua integração na nossa economia real, iludindo, apenas, as estatísticas do nosso atraso cultural e tecnológico;

• No caso BPP, não assumiu as responsabilidades do Estado, inerentes à falta de supervisão. Discriminou clientes no próprio BPP e em relação aos clientes do BPN, não pautando as suas decisões por critérios de justiça, mas sim pela avaliação da existência ou não de risco sistémico, não contribuindo, em nada, para a credibilização da banca;

• Reagiu mal e tardiamente à crise, tentando disfarçá-la com um optimismo estúpido. Os sacrifícios, que a grande maioria dos portugueses vêm suportando e aos quais os gestores, os políticos e os respectivos afilhados se eximiram, foram em vão, tendo servido apenas para uma redução do défice, não sustentada!!! Este um magro resultado para um governo com tanta propaganda de eficiência!!! A avaliação de um governo faz-se olhando para os resultados alcançados no quotidiano dos cidadãos e, no caso do governo de maioria do Iiiingiiiiiiiinheiro Sócrates, eles foram:

 Maus na Educação
 Maus na Saúde
 Maus na Economia
 Maus na Justiça
 Maus na Segurança Interna
 Maus no Ambiente
 Maus na Agricultura
 Maus na decência e no exemplo para com os cidadãos
 Maus na credibilidade e liberdade da informação
 “Bons” na demagogia, na mentira, no compadrio e na roubalheira!

É por isso que chegou a hora de dizer BASTA!
Votem em qualquer outro partido!
No PS (que deixou de ser socialista…) NÃO!
Com maioria absoluta, o PS mostrou ser uma fraude!

É tempo de castigar a mentira, a incompetência, a arrogância, a ditadura de uma maioria, o favoritismo, o despudor, a subserviência rastejante de um partido face ao seu chefe, a irresponsabilidade, a incoerência, o autismo e a vaidade pessoal…

Estes são os principais atributos do PS, enquanto partido político, e dos seus membros que pactuaram com as diatribes do seu líder e do governo que patrocinaram!

Não são estas as qualidades que o País precisa para os seus dirigentes e, de uma forma geral, para os seus cidadãos.

Quem não se revê nestas “qualidades” vai, certamente, RECUSAR O VOTO NO PS!

“O país jaz morto e arrefece nas mãos socialistas”
Não queiras colaborar no enterro do país!
Vamos ressuscitá-lo, banindo do poder os falsos socialistas!
NÃO TE ABESTENHAS!
VOTA NOUTRO PARTIDO!
MAIORIAS ABSOLUTAS NUNCA MAIS!


Texto recebido e a circular por e-mail

2 comentários:

Anónimo disse...

CITO PORTUGAL PROFUNDO: "Apesar (e por causa) de todos os desmentidos, a cumplicidade de Francisco Louçã na Operação Encomenda indica que existe um acordo pré-eleitoral secreto entre José Sócrates e Francisco Louçã. Nestas eleições legislativas, um voto no Bloco é um voto em José Sócrates."

CITO AVANTE 1366: "A Assembleia da República chumbou o projecto de lei do CDS/PP que previa a atribuição de avultadas indemnizações para «reparar» os prejuízos sofridos pelos cidadãos provenientes das ex-colónias após o 25 de Abril. O diploma foi inviabilizado com os votos contra do PS, PCP, PEV e BE, recebendo apenas os votos favoráveis dos proponentes e do PSD. Sentidos de voto que traduziram a linha de fractura estabelecida no hemiciclo, com as bancadas dos partidos de direita a considerarem tal reparação um acto de justiça e as restantes bancadas a acusarem os populares de pretenderem reabrir uma «ferida já sanada» na sociedade portuguesa."

A LÓGICA: Francisco Louça poderá bem ser uma incógnita extremamente desagradável para os professores. Não falta o seu mundo de contradições; por exemplo, trás à baila constantemente a privatização e aquisição de parte do capital da GALP por José Eduardo dos Santos mas, no momento da votação do projecto de indemnizar os espoliados do ultramar votou contra os interesses dos portugueses (ah, ninguém se lembra? Não tenham memória curta).
Por isso mesmo, votar Bloco de Esquerda pode vir a ter o mesmo sentido que votar exactamente no Partido Socialista. Ah, vou andar por aí a ver se se confirma a minha tese … Depois ninguém diga que não sabia.

Joao Norte disse...

Sou professor, a mulher professora. estamos de acordo com muitas críticas, participámos na manifestações contra o governo, mas atenção, votar na Manuela é bem pior. Foi esta senhora que publicou a chamada " lei da rolha" que proibe os professores de falar aos média sem autorização superior. E além disso é autorada primeira tentativa de divifir a carreira dos professores. Votem à esquerda ou não votem

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