As máscaras vão caindo e, além das obras que deixam alunos sem vaga nas escolas, ainda nem tudo está resolvido.
Problemas nas colocações
Menos furos e mais professores depois de uma semana de aulas no básico e secundário
Devido às mudanças introduzidas nos concursos de colocação de professores, o ano lectivo arrancou com muitos docentes em falta. Mas uma semana depois da data limite para o início das aulas, os "furos" vão sendo cada vez menos. E nas escolas há muitas caras novas entre o corpo docente.
Numa escola de Barcelos, quando as aulas começaram, no dia 10, faltavam 25 professores. Agora estão apenas por seleccionar dois docentes, mas ainda não é certo que todos irão ali permanecer. Com muitos horários a serem postos a concurso só este mês, há professores já colocados que optam por outras escolas, deixando novos buracos por preencher. "Na nossa escola, nem em 2004 foi tão confuso", desabafa um docente de um agrupamento da Amadora. Nesse ano, com Santana Lopes como primeiro-ministro e Maria do Carmo Seabra na pasta da Educação, em Outubro estavam ainda milhares de professores por colocar. Este ano não se sabe ainda quantos estavam em falta nos primeiros dias de aulas. E quantos horários se encontram por preencher. O PÚBLICO questionou o Ministério da Educação, mas até ao fecho da edição não foi dada qualquer resposta.
Segundo Mário Nogueira, da Federação Nacional de Professores, as áreas que continuam com mais problemas são as de Informática e Educação Especial. Para a primeira, as escolas estão agora a contratar os professores que foram impedidos de concorrer no concurso nacional.
In Público.










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