A FENPROF tinha alertado, quer o Ministério da Educação, quer o Ministério dos Negócios Estrangeiros, para este risco e proposto que a validade dos cartões deixasse de ser o final de cada ano escolar (31 de Agosto) e passasse a ser o final do ano civil. Tal permitiria que entre Setembro e Dezembro a situação fosse regularizada pelos serviços do GEPE, gabinete que continua a depender do Ministério da Educação.
Este ano, contudo, não sendo isso possível por já se encontrar a decorrer, mas estando o governo avisado da possibilidade de surgir este problema, o GEPE/ME devê-lo-ia ter evitado para que os professores não ficassem desta forma desprotegidos.
Adesão a um seguro de saúde privado?
Se a situação é grave em todos os países, ela assume contornos de maior gravidade na Alemanha, onde os trabalhadores são obrigados a ter cobertura de um sistema de protecção na doença, seja público ou privado. Perante o atraso do governo português, a única solução para os professores não caírem em ilegalidade é a sua adesão a um seguro de saúde privado, ainda que essa não se seja a sua vontade.
A FENPROF denuncia mais este grave problema que afecta os professores que trabalham no EPE, com a legitimidade de quem, atempadamente, alertou para a possibilidade dele surgir, tendo-o feito junto das entidades com responsabilidade nesta área.
Já em recta final da Legislatura, o Ministério da Educação continua a cometer gafes e a criar problemas que eram de todo evitáveis… ou seja, o governo ainda em funções parece querer levar a incompetência até ao último dia do seu mandato…
O Secretariado Nacional da FENPROF
22/09/2009
Fonte: Fenprof.










Sem comentários:
Enviar um comentário