Um poema de Luís Costa, in Dardomeu.
Ilídio Trindade, Octávio Gonçalves e Paulo Guinote
Eu serei sempre condor
Cruzando o azul do céu
Um romeiro voador
Solitário e sonhador
Rei de um reino só meu
Serei sempre como o vento
Andarilho da verdade
Catando o meu alimento
No sedutor chamamento
Dos olhos da Liberdade
Serei ave desprendida
Roçando o céu sem temor
Serei condor sem guarida
Porque a vida só é vida
Sem anilha nem senhor










3 comentários:
Poema lindo com "cheiro" a liberdade...
Deliciei-me ao ler e reler este poema. Fico grata ao autor por o ter dedicado a quem, sem receios, tem dado a cara, as noite, o esforço pessoal por uma luta que é de todos nós...Vocês merecem!
Um abraço!
O pessoal merece. Há agora que dar algum tempo para que se recomponham das lutas... Ou me engano, ou me4smo que se mude de governo ainda teremos muita luta pela frente.
Vamos continuar a estar perto...e a contar com a vossa força e orientação.
Obrigada por persistirem e nos ajudarem a manter a fé nisto tudo e a esperança em mudar alguma coisa.
E animar a malta faz sempre falta.VAMOS AGUARDAR...
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