No Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo, já todos sabem a nota da avaliação mas os docentes foram avaliados de forma muito diferente. Num universo de 120 professores, 15 pediram a avaliação na sua componente científica, e tiveram aulas observadas por um coordenador ou por um professor da sua área pedagógica, recrutado noutra escola. Tal como previa o modelo simplificado. Outros foram apenas avaliados pela assiduidade e pelo cumprimento do trabalho e desempenho dos cargos, uma vez que não aspiravam às notas de "Muito Bom" e "Excelente". E houve docentes que não entregaram nada, nem objectivos individuais nem ficha de auto avaliação.
"Os professores que não entregaram os objectivos individuais foram avaliados por objectivos definidos pelo Conselho Executivo. Foram avaliados pela ficha de auto-avaliação e não houve problemas", garante Alberto Areosa, director do agrupamento. Apesar de esta não ser uma decisão pacífica, - o director traçar as metas pelos seus docentes -, Alberto Areosa garante que o processo decorreu dentro da normalidade.
In Diário de Notícias.










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