quarta-feira, 7 de outubro de 2009

TRAVAR A AVALIAÇÃO DE PROFESSORES

Ensino
Oposição vai mesmo travar avaliação de professores

Catarina Duarte
07/10/09 00:05

Comunidade

Com o PS em minoria no Parlamento, os partidos da oposição prometem fazer desta promessa eleitoral uma das primeiras medidas da legislatura.

A oposição prometeu e está disposta a cumprir. PSD, CDS-PP, Bloco de Esquerda e PCP vão acabar com o actual modelo de avaliação e com a divisão dos professores em duas categorias. Tudo isto não deverá acontecer antes de Janeiro, disse ao Diário Económico a vice-presidente do Parlamento e deputada do PS, Celeste Correia: "Se a oposição toda avançar junta pode alterar ou mesmo revogar o modelo de avaliação. Mas antes é preciso formar Governo e primeiro ainda está o Orçamento de Estado. Não creio que o actual modelo possa ser alterado antes do início do próximo ano".

Por parte do CDS-PP, a alteração do actual modelo de avaliação e a suspensão da divisão da carreira em duas categorias é uma prioridade. "Vamos apresentar uma iniciativa legislativa assim que se iniciarem os trabalhos parlamentares", garantiu ao Diário Económico o deputado Diogo Feio.

In Diário Económico (07-10-2009)

4 comentários:

Anónimo disse...

E as aulas de substituição não trava? Não há pachorra...

celeste caleiro disse...

Entretanto, até Janeiro pelos vistos, dá-se início, em pedagógico, aos procedimentos relativos à avaliação...É uma ameaça( faz de conta?) constante, uma desmotivação fatal, um prazer em humilhar sem igual, principalmente numa escola que suspendeu a avaliação no ano lectivo passado.E a prepotência dentro da escola? Só visto!
Parece que temos que ser nós outra vez a travar tudo!Pensem nisso...

Maria G S disse...

Acredito, quero acreditar que os Partidos da oposição ao Governo tudo farão para que este modelo de avaliação não siga em frente...O mesmo se passará com o ECD.
É neste meu acreditar que estão as minhas esperanças de ver uma Escola Pública com Professores em Paz e com um ensino de qualidade!

Anónimo disse...

E a injustiça sobre os educadores e professores do 1º ciclo que têm mais de 40 anos de idade e mais de 10 de serviço e não têm redução na carga lectiva, como têm os professores do 2º, 3º ciclos e secundário?
Sabiam que os educadores e professores do 1º ciclo que já têm mais de 27 anos de serviço se estivessem nos outros níveis de ensino tinham redução de 8h lectivas, (não digo que os professores do 2º e 3º ciclos e sec. não tenham que desenvolver outras actividades dentro da respectiva escola)?
Se aqueles educadores/ professores estivessem nos outros ciclos continuariam a ter redução.
Sabiam que os educadores e professores do 1º ciclo não tinham redução lectiva porque vinham para a aposentação aos 52 anos de idade e com 32 de serviço ou 55 anos de idade e 30 de serviço, por motivo da monodocência? - Daqui resulta que quem tenha, por exemplo, 28 anos de serviço em 2009, tenha que manter-se em actividade lectiva até aos 65 anos de idade.
Sabiam que aos colegas dos outros ciclos aumentaram-lhe 5 anos? (Antes tinham direito à reforma, por inteiro, aos 60 anos ; agora irão até aos 65anos).
Sabiam que um coordenador do J.I./E.B1 além do trabalho pedagógico com a sua turma tem de gerir todo o funcionamento da escola: funções burocrático-administrativas; reuniões (pais, autarquia, docentes e não docentes); componente social (almoços-ementas e prolongamento), plano de contingência, plano de emergência, funcionamento de todo o pessoal da instituição, programar/planear e acompanhar as actividades extracurriculares, inventário do material da instituição...
Sabiam que :

Aposentação de Docentes em Regime de Monodocência


A Assembleia da República aprovou ontem, dia 25 de Junho, o Projecto de Lei n.º 663/X ("Institui um regime especial de aposentação para educadores de infância e professores do 1.º ciclo do ensino básico do ensino público em regime de monodocência que concluíram o curso de magistério primário e educação de infância em 1975 e 1976") e o Projecto de Lei .º 764/X, sobre "Regime especial de aposentação para os educadores de infância e professores do 1.º ciclo do ensino básico do ensino público, em regime de monodocência possuindo, em 31 de Dezembro de 1989, 13 ou mais anos de serviço docente".
O SPGL e a FENPROF congratulam-se com a aprovação unânime destes diplomas.

Agora pergunto: Por que é que em 25 de Junho/2009, a Assembleia da República reconhece que desta forma repõe alguma justiça e não o reconhece para aqueles que em 2009 já têm mais de 25 anos de serviço, de descontos por inteiro e de 50 anos de idade?

Será que este Projecto de Lei n.º 663/X foi para favorecer algum político ou familiar e daí ter beneficiado aqueles que se enquadrassem?

Desde 01-01-2009


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