Maioria destaca compromissos garantidos, mas houve quem lamentasse a ausência de suspensão.
A viabilização do projecto do PSD e o chumbo das iniciativas da oposição provocaram reacções diferentes entre as várias estruturas sindicais de professores.
Para a Federação Nacional dos Professores, liderada por Mário Nogueira, a "recomendação parlamentar" do PSD, que o PS viabilizou ao abster-se, é "insuficiente". Mas não deixa de deixar importantes sinais: "É de registar que, pela primeira vez, o grupo parlamentar do PS não votou contra numa iniciativa em que é defendida a eliminação da divisão da carreira em categorias hierarquizadas".
Para o Sindep/Fenei, presidido por Carlos Chagas, no que respeita à estrutura da carreira, passou a ser , "ponto aprovado o fim do Professor Titular". Ao mesmo tempo que terá ficado garantida o direito à avaliação a todos, incluindo que ainda não entregou a ficha de auto-avaliação. "Os docentes, através das suas organizações sindicais, podem agora vislumbrar a possibilidade de uma mudança radical da política educativa", diz o Sindep, antevendo as negociações do novo estatuto da carreira e modelo de avaliação que começam agora.
Também a FNE fez questão de "saudar o fim da divisão da carreira em duas categorias".
Mas o SINAPE criticou a posição do PSD, ao não aprovar a suspensão proposta por CDU e Bloco, de Esquerda: "Ficar ao lado do Governo foi uma estratégia incompreensível", criticou o sindicato.
In Diário de Notícias.
A posição do MUP encontra-se aqui.









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