O PCP encarou com grande dignidade e espírito construtivo esta iniciativa, quer pela presença e participação do seu secretário-geral, Jerónimo de Sousa, e vários deputados do seu Grupo Parlamentar, quer pela diversidade nos convites à participação de personalidades ligadas à educação.
Assim, intervieram nesta audição os principais representantes das várias estruturas sindicais, das associações, dos movimentos independentes de professores e de outros professores, que não só manifestaram o agradecimento pela iniciativa como reconheceram a postura de coerência e de coragem do PCP relativamente às posições públicas que tem assumido e, sobretudo, ao projecto-lei que vão apresentar na próxima quinta-feira e que pretende suspender, em definitivo, o actual modelo de avaliação, evitando, assim, que mais estragos sejam provocados na escola pública e que mais injustiças sejam cometidas na carreira dos professores.
Embora a audição tenha sido focalizada na ADD e no ECD, todas as intervenções foram consensuais relativamente à necessidade da imediata suspensão do actual modelo de avaliação e ao fim da divisão da carreira, bem como aos principais problemas que afectam e ensombram a escola pública e os professores, designadamente, o modelo de gestão, os horários dos professores, o estatuto dos alunos, a prova de ingresso, os concursos e os professores contratados, as quotas…
Muitas das intervenções foram particularmente incisivas relativamente à necessidade de uma decisão política que garanta que nenhum dos professores que, em virtude do contexto particular de uma luta consequente, não tenha feita a entrega dos objectivos individuais ou mesmo da ficha de auto-avaliação, seja prejudicado.
Em suma, o Grupo Parlamentar do PCP demonstrou uma vez mais que honra os seus compromissos e que está fortemente interessado em que seja resolvido, definitivamente, o problema da avaliação dos professores.









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