Associação apresenta nova proposta à tutela
A Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) enviou uma proposta ao Ministério da Educação, que prevê alterações ao estatuto da carreira e um novo modelo de avaliação, que a entidade entende como fundamentais para o bom funcionamento do sector.
A garantia de uma carreira com 30 anos e sem quotas são algumas das propostas enviadas pela APEDE à tutela liderada por Isabel Alçada. Ricardo Silva, da associação, entende que as sugestões apontadas são importantes na definição do estatuto da carreira e de um novo modelo de avaliação, distinguindo-se por garantir «a diferenciação do mérito».
A APEDE mostra-se disponível para negociar novos pontos, salientando que pretende assumir um papel activo numa altura em que decorrem as negociações entre o gabinete de Isabel Alçada e os sindicatos de docentes.
Ricardo Silva, na voz da APEDE, defende que «é preciso premiar o mérito, sem estrangulamentos na carreira docente».
O documento elaborado «garante a diferenciação do mérito, que prevê mecanismos de apoio a professores que revelem mais dificuldades ou uma inadequação a funções lectivas, que aponta para uma avaliação mista, com elementos internos e externos à escola, numa carreira docente que prevemos com 10 escalões e 30 anos de duração».
Para o responsável é evidente que «não faz sentido a existência de quotas e contingentações», medidas que sugerem apenas uma «intenção economicista», refere.
In Fábrica de Conteúdos.









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