quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O AGRADO DA FNE

Pela segunda vez:
Naturalmente, negociações são negociações.
Mas tudo muito vago... "recebeu [...] uma proposta", "considera uma aproximação", "apresentou um conjunto de princípios para alterar", "e uma preocupação de aproximação", "intenção de simplificar procedimentos"...



Educação
FNE recebe com agrado simplificação da avaliação proposta pelo Governo

A Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) recebeu hoje do Ministério da Educação uma proposta para aliviar a carga burocrática no processo de avaliação dos professores, que considera uma aproximação à posição que tem defendido.

“Aquilo que o ministério hoje apresentou foi um conjunto de princípios para alterar o modelo de avaliação, assente no fim da divisão dos professores, e uma preocupação de aproximação em relação à resolução dos problemas identificados no modelo anterior”, disse aos jornalistas o secretário-geral da FNE, no final de uma reunião no Ministério da Educação.

João Dias da Silva falava da intenção de simplificar os procedimentos, de ligar a avaliação ao “órgão pedagógico mais importante da escola, o seu conselho pedagógico” e de fazer “com que a avaliação constitua um instrumento de melhoria das práticas com uma grande preocupação de índole formativa”.

Embora tenha sublinhado que a reunião decorreu com “verdadeiro espírito negocial”, João Dias da Silva considerou que a proposta do Governo tem ainda aspectos que precisam de “correcção e de melhoria”, na articulação com a estrutura da carreira docente e a fixação de vagas para acesso aos terceiro, quinto e sétimo escalões.

Avançou, porém, que o ministério admite a passagem automática a estes escalões dos professores avaliados com “muito bom” e “excelente”.

A FNE apresentará segunda-feira um “documento contributo”, mas destacou como positiva a simplificação do modelo de avaliação.

“Além de ter uma relação muito directa com aquilo que é a prática permanente do professor, sem exigir compromissos administrativos e mais documentos do que o necessário no trabalho quotidiano, podemos dizer que a avaliação final se faz sobre um documento de auto-avaliação que o professor apresenta no final do ciclo avaliativo”, disse.

Segundo o dirigente da FNE, mantêm-se os ciclos avaliativos de dois anos, mas o Ministério da Educação manifestou abertura para se encontrarem outras durações no âmbito do processo negocial.

A prova de ingresso na profissão continua em cima da mesa, mas a FNE espera conseguir eliminá-la, tal como a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que será recebida durante a tarde.

No parecer que enviou segunda-feira ao Ministério da Educação, a Fenprof fez saber que considera inaceitável uma estrutura de carreira sujeita ao “estrangulamento administrativo”.

Em resposta a questões colocadas por sindicatos, o Governo informou já a FNE que a duração de cada escalão de uma carreira de 34 anos seré de quatro anos, à excepção do quinto escalão (dois anos), com limitação de vagas para o terceiro, quinto e sétimo escalões.

A FNE propôs 28 anos de carreira e é também contra a “contingentação” para determinados patamares.

In Público.

Sem comentários:

Desde 01-01-2009


Este blog vale $140.000.00
Quanto vale o seu blog?

eXTReMe Tracker

Estou no blog.com.pt - comunidade de bloggers em língua portuguesa
Twingly BlogRank
PageRank
Directory of Education Blogs

RSSMicro FeedRank Results
Add to Technorati Favorites
Locations of visitors to this page