sábado, 26 de dezembro de 2009

PROPOSTA GLOBAL DE ACORDO

Ministério apresenta segunda-feira proposta global de acordo

O secretário de Estado Adjunto e da Educação informou que a tutela vai apresentar, na segunda-feira, aos sindicatos do sector uma proposta global de acordo para «esclarecer e pormenorizar questões consideradas vagas» pelos sindicatos quanto à revisão do modelo de avaliação e do estatuto da carreira docente.

A proposta da tutela, ressalvou Alexandre Ventura, após uma reunião com os sindicatos, «não corresponde na íntegra aos documentos apresentados anteriormente pelo Ministério».

«Será uma evolução em relação às anteriores propostas», referiu o secretário de Estado, salientando que o novo documento a apresentar pretende «esclarecer e pormenorizar questões mais sensíveis e algumas das propostas que foram consideradas vagas pelos sindicatos».

Segundo Alexandre Ventura, uma das «questões levantadas nas negociações», a clarificar na proposta, será saber em que circunstâncias os professores com melhores classificações poderão chegar ao topo da carreira.

Relativamente ao pedido dos sindicatos de contagem de todo o tempo de serviço para a progressão na carreira, incluindo os períodos de «congelamento da carreira», o secretário de Estado alegou que «o Ministério da Educação não está em condições de fazer qualquer alteração nesse sentido», uma vez que, justificou, «é uma questão que diz respeito à administração pública».

«Os docentes não serão prejudicados com a revisão do estatuto da carreira docente», assegurou Alexandre Ventura, escusando-se a comentar as ameaças da Fenprof de novos protestos caso as suas reivindicações não sejam atendidas.

In TSF.

7 comentários:

Lelé Batita disse...

Preparar, que lá vem bomba!
Se a Fenprof já vai dizendo que admite não assinar, é porque já sabe que dali não virá certamente coisa boa.
Mas aquelas simpatias todas vão acabar por ganhar o crédito da opinião pública, que mais uma vez vai dizer "lá estão os Sindicatos, nem com a outra, nem com esta!"
Mas, pronto, vamos à luta de novo.

Anónimo disse...

Os professores não devem abdicar do tempo de serviço congelado.
É uma questão de dignidade e do respeito pelos direitos constitucionais.
O Ministério não pode alegar que não pode fazer nada. É completamente desonesto!

Anónimo disse...

Concordo com o anónimo das 02:22 relativamente ao tempo de serviço congelado.
Conforme tiveram autoridade para congelar, também têm a mesma competência para alterar. Honestidade é o que os professores pretendem.
Já chega de tramar os professores.

Anónimo disse...

Estes senhores ´chuchalistas´ não enchergam mesmo um palmo à frente da testa a não ser que lhes afastem as moscas! Pois cá continuamos para isso. VOLTEMOS ÀS RUAS que isto é tudo farinha do mesmo saco. Dali( do lado do Pinocrates) nem bom vento, nem bom casamento...
Não nos tomem por trouxas que a realidade está bem á vista! Há dinheiro para o TGV, aeroportos,novas frotas de automoveis, submarinos, estádios de futebol; os prof. que se lixem!

Anónimo disse...

a proposta apresentada apenas tem como positiva a já anunciada carreira única.

O restante, continua a impedir a escola e os professores de fazerem a sua função.

Comissões, relatores e pior ainda …. oportunismo e amiguismo mantêm posições de destaque.

Voltemos à luta! disse...

A proposta da Ministra de Educação Isabel Alçada relativamente ao modelo de avaliação é ainda mais asfixiante para os professores do que o modelo anterior. No antigo, quem tivesse a classificação “Bom” poderia progredir normalmente até chegar à candidatura a professor titular e essa classificação não o impedia de entrar, se houvesse vagas. Havia só um estrangulamento na carreira, ao passo que agora há três.
Com o novo e sorridente modelo, a classificação “Bom” deixou de ser uma boa classificação para ser uma péssima classificação, pois alguém que tenha “Bom” tem de se sujeitar a repescagem. Admitamos que para a excelente ministra o novo acordo ortográfico e os novos dicionários que se façam tenham um significado diferente para o que todos entendem actualmente por “Bom” e que passe a significar “Insuficiente”. No entanto, se todos quisermos lutar pelo “Muito Bom” e pelo “Excelente”, mesmo que o mereçamos, só 20% é que o terão. Podendo acontecer que excelentes professores tenham (apenas) “Bom”, quando mereciam “Excelente”, por causa da quotas, sendo prejudicados na sua progressão.
Além de um maior número de estrangulamentos na carreira, há ainda quotas e vagas que pioram a situação. A única vantagem deste modelo é o facto de terem acabado os titulares, mas em termos de progressão na carreira este modelo é muito pior.
Se até aqui o ministério ainda tinha do seu lado alguns titulares, penso que agora já nem esses estarão do seu lado…
Está na hora de fazer uma manifestação com 140 mil professores para deixarem de nos tentar enganar com falinhas mansas e sorrisos ocos…

Anónimo disse...

Subscrevo inteiramente a opinião do leitor "Voltemos à luta". Este modelo é pior que o anterior, a única coisa boa é o fim dos titulares.

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