Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010
DOCUMENTOS
Alguns documentos-síntese relativos ao acordo sindicatos - Ministério da Educação (da FENPROF):
Etiquetas:
Acordo,
Ministério,
sindicatos
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
MOVIMENTO PARA A MOBILIZAÇÃO E UNIDADE DOS PROFESSORES.
Coordenação: Ilídio Trindade
Embora haja outras matérias que merecem a nossa contestação determinada, convém não esquecer que O CENTRO DA NOSSA LUTA FOI A REVOGAÇÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE, de que decorreu a divisão da carreira em duas categorias e o modelo de avaliação de professores introduzido por MRL. Foi este "documento" que esteve na base de toda a instabilidade que se viveu e continua a viver nas escolas. A luta firme e determinada deu alguns resultados. No entanto, o último acordo celebrado entre os principais sindicatos e o Ministério da Educação foi um mau acordo, pelo que é necessário continuar a lutar por uma carreira digna, uma avaliação justa e uma escola pública de qualidade.
A vinculação dos professores contratados é também uma das nossas actuais prioridades.
4 comentários:
É de lamentar que a FNE,e FENPROF não tenham defendido melhor os professores. Estou no índice 245 desde Outubro de 2004.Sou titular, com uma sobrecarga de trabalho que tinha a perspectiva de subir ao índice 299 em Fevereiro de 2013 (Dec.-Lei 270), impedido de concorrer no anterior concurso e AGORA sujeito a 33% de vagas para subir ao índice 272.Lamentável que a FNE e FENPROF tenham assinado este ACORDO DE MENTIRA que a mim pessoalmente e a milhares de professores que, mesmo sem o compasso de espera, atingiremos o topo muito para além dos 34 anos. Para quê este acordo depois de tanta luta?!!!!.............Já nao vale a pena ser sindicalizado. Goraram-se todas as perspectivas de carreira de quem em Setembro próximo fará 24 anos de serviço. Aconselho de viva alma os colegas a dessindicalizarem como eu já o fiz recentemente porque NÃO VALE A PENA.. SER SINDICALIZADO. Foos enganados por eles.Aconselho os colegas MOVIMENTOS a não se conformarem e a partirem para a luta juntando-se aos sindicatos que não assinaram. Lamento.
Cumprimentos
Vasco Silva
Santa Maria da Feira
Já somos dois que se dessindicalizaram. Fiz o mesmo no dia a seguir ao famigerado acordo. Para mim é o entendimento II.
Também estou na mesma situação. Haverá mesmo garantias de chegar ao topo? E as vagas?
Quem nos garante que não congelem de novo, o que lhes apetecer,em nome da crise? Abriu-se um precedente sem contestação. A função pública devia ter-se unido para exigir a contagem do tempo congelado.
A crise é interna e histórica devido às asneiras sistemáticas dos nossos governantes. Como a crise vai continuar,parece que irão atacar os subsídios... mais tarde ou mais cedo! Ninguém questiona as políticas erradas, os dinheiros desaparecidos, as derrapagens, os ordenados chorudos de algumas pessoas conhecidas, etc, etc.
Na verdade, os professores até são mão de obra barata e até pagam do seu bolso para trabalhar(computador, net,material de papelaria, tinteiros, telefone...)
Estou na mesma situação que o colega do 1º comentário.
Estou revoltada pois os sindicatos não fizeram nada para defender os Professores.
Na avaliação, apenas mudou o facto da entrega dos objectivos ser facultativa... a nível da carreira, no meu entender, a situação ainda piorou!
Urge igualmente lutar, pela contagem integral do tempo de serviço.
Enviar um comentário