30 de Janeiro, Sábado, 14h30
Biblioteca da Escola Secundária de Camões
(Praça José Fontana, Lisboa, Metro Picoas - Entrada pela porta principal)
MOVIMENTO PARA A MOBILIZAÇÃO E UNIDADE DOS PROFESSORES.
Coordenação: Ilídio Trindade
Embora haja outras matérias que merecem a nossa contestação determinada, convém não esquecer que O CENTRO DA NOSSA LUTA FOI A REVOGAÇÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE, de que decorreu a divisão da carreira em duas categorias e o modelo de avaliação de professores introduzido por MRL. Foi este "documento" que esteve na base de toda a instabilidade que se viveu e continua a viver nas escolas. A luta firme e determinada deu alguns resultados. No entanto, o último acordo celebrado entre os principais sindicatos e o Ministério da Educação foi um mau acordo, pelo que é necessário continuar a lutar por uma carreira digna, uma avaliação justa e uma escola pública de qualidade.
Entretanto... a crise e a "troika" trouxeram à cabeça dos governantes o delírio. Lutamos agora contra a mobilidade, o aumento do horário de trabalho, a destruição da escola pública e o fim da qualidade no ensino.
A vinculação dos professores contratados é também uma das nossas actuais prioridades.
2 comentários:
Penso que aqui não se pões uma questão de "unicidade". Ou sequer qualquer maquiavelismo na escolha de datas separadas por cada uma deas estruturas. Até porque se tratam de 2 encontros com características, participantes e objectivos totalmente diferentes.
PS: a propósito, nem uma única vez no texto de apoio ao encontro do MEP aparecem as palavras "contratação", "vinculação" ou "desemprego", apesar da docência ser o sector profissional - segundo dados da própria CGTP-IN - proporcionalmente mais atingido por este flagelo em Portugal. Novamente "filhos de um deus menor"?
Paulo Ambrósio
COMENTÁRIO: Penso que aqui não se põe uma questão de "unicidade". Ou sequer de qualquer maquiavelismo na escolha das datas por cada uma das estruturas. Até porque se tratam de 2 encontros com características, participantes e objectivos totalmente diferentes.
PS: a propósito, nem uma única vez no texto de apoio ao encontro do MEP aparecem as palavras "contratação", "vinculação" ou "desemprego", apesar da docência ser o sector profissional - segundo dados da própria CGTP-IN - proporcionalmente mais atingido por este flagelo em Portugal. Novamente "filhos de um deus menor"?
Paulo Ambrósio
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