Governo chega a acordo com alguns sindicatos
O Governo chegou a acordo com alguns sindicatos para a revisão do Estatuto da Carreira Docente e da avaliação dos professores, informou à Lusa fonte governamental. Foram mais de 12 horas de negociações no Ministério da Educação e o acordo só foi fechado pela noite dentro.
In Público.
Educação: Governo chega a acordo com alguns sindicatos
Mas algumas estruturas saíram da reunião de mais de 14 horas sem assinar a proposta
O Governo chegou a acordo com alguns sindicatos para a revisão do Estatuto da Carreira Docente e da avaliação dos professores. Em declarações aos jornalistas, a ministra da Educação, Isabel Alçada explicou que houve acordo com oito sindicatos.
Isabel Alçada garantiu ainda a pais, alunos e professores que «este é um bom acordo» e saudou o espírito de compromisso que houve de parte a parte.
Mas à saída de uma reunião que durou mais de 14 horas, algumas das estruturas sindicais fizeram questão de frisar que não assinaram a proposta. Foi o caso da ASPL, Associação Sindical de Professores Licenciados, da Associação Sindical Dos Professores Pró - Ordem e do Sindicato Educadores e Professores Licenciados pelas Escolas Superiores de Educação e Universidades-SEPLEU.
In Tvi24









4 comentários:
Continua a haver quotas e DOIS estrangulamentos...
O tempo de serviço foi definitivamente roubado...
Afinal, os sorrisos compensam!
Bom dia.
Aqui há tempos os professores andaram a divulgar por e-mail os livros do Miguel Sousa Tavares porque ele teria dito que: "os professores são inúteis bem pagos". Informo a todos que chegou agora ao meu conhecimento que o grande poeta Homero disse, e passo a citar: "os professores são umas cavalgaduras e foram a única classe a fugir à guerra de Tróia." Se fizessem o favor de divulgar por e-mail os livros de Homero aproveito para dizer que só tenho a Odisseia e falta-me a Ilíada. O meu e-mail é chicotorre4471@gmail.com.
Antecipadamente grato.
Francisco.
Ao Chico Torre
Com certeza que não foram "todos" os professores que fugiram à guerra, assim como também não foram "todos" os que se submeteram "ao faz-de-conta da avaliação", embora se pensasse, no início, que seríamos muitos. Alguns resistiram e no final do ano parece que a razão estava do nosso lado. A ser verdade a frase de MST, ser comentador de "qualquer coisa" não será também uma "inutilidade"?
Quotas, estrangulamentos, objectivos individuais, aulas de substituição, currículos obsoletos, aulas de apoio pedagógico no horário do professor (agora apelidadas de tempo não lectivo!), burocracia infernal, decisões na mão do Director e do seu grupo de elite... o educador Mário Nogueira, esta Ministra mais sorridente, mas mais pérfida. Pessimismo?
Não. Estamos como queremos, cumprindo o "reino cadaveroso".
ZZZZZZZ
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