sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

ENTÃO NÃO TINHA SIDO UM BOM ACORDO?

Quando levantámos a voz contra o acordo firmado em Janeiro entre os sindicatos e o Ministério da Educação, houve quem, no seu trajecto colado, se erguesse contra a nossa visão pessimista.

Agora...

Atente-se que defendemos a realização de uma Greve Nacional, que nem deveria ser apenas da administração pública, mas de todos os portugueseses. E o exemplo até foi dado na Europa!

Milhares de pessoas protestaram contra medidas de austeridade para travar a grave situação que vive o país
"Aviões em terra e barcos no porto, escolas, tribunais, museus e locais arqueológicos encerrados, bancos, hospitais e empresas públicas a funcionar a conta-gotas, rádios e televisões fora do ar e jornais ausentes das bancas. Estas foram as consequências directas da greve geral que ontem fez sair à rua dezenas de milhares de gregos, para protestar contra as medidas de austeridade do Governo, destinadas a fazer face à crise financeira.
(…) Estes incidentes ocorreram quando a manifestação estava a chegar ao fim na praça Syntagma. Alguns momentos antes, os manifestantes ergueram cartazes com palavras de ordem como "que paguem impostos os ricos, greve contra os especuladores, os homens e as suas necessidades acima dos mercados e dos lucros".
In Diário de Notícias.


Pré-aviso entregue ontem ao Governo
Fenprof convoca greve dos professores para dia 4 de Março

A Federação Nacional de Professores convocou uma Greve Nacional para o dia 4 de Março de 2010, abrangendo todos os docentes de todos os graus e níveis de educação e ensino. É o primeiro protesto após a tomada de posse da nova ministra.
[...]
In Público.


Negociações
Fenprof: Isabel Alçada deve uma explicação aos docentes

A Federação Nacional de Professores poderá requerer uma negociação suplementar do projecto de diploma sobre o Estatuto da Carreira Docente. No final de mais uma ronda de negociações, a Fenprof indicou ontem à noite que "há dois aspectos que continuam marcados por uma profunda diferença" nas posições defendidas pelo Ministério da Educação (ME) e pelos sindicatos, nomeadamente no que respeita aos horários dos professores.
[...]
In Público.

1 comentário:

Mª José disse...

E não só!!!!!!!!!!!
Como podemos aceitar diferenças nas formas de progressão com base em duas categorias de professores se estas foram extintas?

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