Ou seja, poucas semanas após o término de uma putativa avaliação, existe uma casta de professores sujeita a um maior grau de exigência, pois é necessário mais uma avaliação extra. E tudo porque têm o azar de progredir na carreira em 2010 em vez de 2009...
Portanto, esta casta de professores, neste ciclo que começou, será sujeita a 3 momentos de avaliação, em que um deles não tem efeitos para as famigeradas quotas de transição de escalão. E a longo prazo, se nada mudar, como progride um ano depois da conclusão dos ciclos de avaliação, será sempre sujeita a 3 momentos de avaliação...!
Eis um exemplo paradigmático da doutrina chinesa: um sistema educativo, várias castas docentes...
Mas a palavra 'acordo' é um sedativo poderoso...
Mário Silva










8 comentários:
não é só quem progride que vai ser sujeito!!! porque há quem não passe da cepa torta e também tenha que passar por este processo sempre!! São os contratados!! É uma questão que eu aqui coloco: porque é que quando se fala nesta questão apenas são referidos os professores que progridem?? Porque ninguém nunca fala nos contratados que são sempre muito mais martirizados com isto e sempre a troco de nada e de perspectiva nenhuma???
Estes procedimentos não estão a ser aplicados em todas as escolas. Mais uma vez, quem tiver a sorte de estar numa escola mais "aberta" vai sair melhor. Sei de quem, com data de progressão em 2010, vá imediatamente mudar de escalão/índice sem se sujeitar a esperar pelo final do ano. Como é possível continuar a haver estas disparidades? O que andam a fazer os sindicatos? Quando acabará esta vergonha?
Estou solidário com a colega Júlia!
Esta interpretação acerca da "apreciação intercalar do desempenho" das direcções regionais (provavelmente, pela simultaneidade com que foram conhecidas) devem provir da mesma DGRHEzita e de uma qualquer ausência de neurónios e de conhecimento com a mania que é rei, que emitiu umas ameaçazitas a propósito dos objectivos individuais... atiram o barro à parede e quiçá pega...
É ilegal... vai mais uma batalha!
Assuta-me a possibilidade de ter que avaliar vários colegas (incluindo as aulas assistidas) pois tenho um tempo simbólico para o fazer, para além de leccionar um conjunto enorme de turmas. Claro que todas com 28 alunos! Juntar as reuniões. Juntar também os cargos de coordenação do departamento e do grupo disciplinar.
Depois há vários projectos em que me obrigam a participar para fazer bonito na escola.
Por fim, a obrigação de fazer formação (aos sábados).
Vamos continuar assim, sem regras?
Todos os anos?
Isto não é viver!
Foi feito o aviso de que Isabel Alçada era muito mais perversa do que Lurdes Rodrigues, que era apenas reles e estúpida.
Ninguém acreditou, pois comam agora
Mandemos os sindicatos à m. e avancemos nós com a luta. Pelos sindicatos nunca mais movo uma palha, mas se a luta for genuína então contem comigo para partir a loiça toda.
Sabem como acabava isto?
Ou todos os profs recusavam ser avaliados ou todos exigiam aulas assistidas - neste caso o sistema entupia. É como as actividades...ou não se propõem para dinamizar ou participar em nenhuma, ou todos se propõem para dinamizar/participar em todas.Todos querem ter excelente?
Entrem em tudo e em todas.E os directores que arrangem tempo para isso, já que gostam tanto...Professor é professor, não é palhaço!
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