quinta-feira, 18 de março de 2010

HISTÓRIAS DE UM AGRUPAMENTO

Caríssimos Colegas de profissão e restantes Cidadãos,

Agrupamento de Escolas Inês de Castro/ConselhoGeralTransitório/RESUMO DAS DECISÕES DO CGT

No site / página do Agrupamento de Escolas Inês de Castro, de Coimbra, encontrei hoje, dia 18 de Março de 2010, disponibilizada pelo próprio Conselho Geral Transitório, uma informação relevante para o entendimento geral do historial que este agrupamento tem vindo a viver.

Não estou, por isso, a cometer nenhuma infracção ao divulgar este documento, já que o site é de acessibilidade pública, sem qualquer restrição.

Não me compete fazer qualquer comentário sobre o seu conteúdo, mas interrogo-me sobre qual pertinência de só este resumo, entre as necessárias deliberações daquele Órgão Transitório, vir agora a público, a não ser que seja um começo de algo transparente e a louvar!..

Podem seguir os passos para lá chegar.

Será uma pequena parte isolada, como se encontrasse ao acaso uma folha de um qualquer livro perdido ou ainda não publicado: guardem-na, pois. Não só aguça a curiosidade como poderá vir a ser necessária mais tarde, acaso se consiga que toda esta problemática venha a lume.

Com os Cumprimentos,

[Apesar de identificado, preservamos a identidade do emitente]

O texto econtra-se aqui, no sítio da Escola .


4 comentários:

Anónimo disse...

UMA VERGONHA PARA TODA A COMUNIDADE EDUCATIVA!

de algures.... disse...

...Mas como é? Diz o resumo das decisões de uma reunião do CGT do dia 4 de Fevereiro que o RI foi aprovado em 28 de Maio de 2009 ..e nessa mesma reunião ainda se escreve que há coordenadores dos Departamentos que manifestaram preocupação com o atraso na aprovação do RI? MAS FOI OU NÃO APROVADO?
Será estranho esta situação... e ainda é TRANSITÓRIO????? ( 10 MESES???)

fisga disse...

A todos e a propósito do comentário vindo “de algures”

É o que é dado ver, por esta amostra. Reparar que o Órgão se auto-identifica no cabeçalho como “Conselho Geral Transitório” e depois é favor ver como termina o documento: já é “Conselho Geral” !.. Deixar cair o “T”, será assim cousa tão pouca, indiferente?! Pelos vistos desde 30 de Maio de 2009 (prazo no Dec 75) que aquele agrupamento deve a andar a indagar-se sobre se há ou não, efectivamente, um Regulamento Interno. Se este órgão transitório diz aqui que foi aprovado na generalidade em 28/05/2009, e há Departamentos a interrogarem-se nesta altura, em 2010, sobre ele, por onde andará o dito?.. Mistério! E ainda dizem que vão convocar os Coordenadores para serem estes a lá irem, ao órgão transitório, explicar o que querem com a pergunta que lhe dirigiram e cuja resposta (está neste documento), até têm para fornecer! Se nos tivermos perdido entretanto, por entre os meandros aqui descritos, até que passa e assenta bem, este gesto de complacência e competência democrática deste transitório. Será de perguntar é se estarão investidos da legal legitimidade (democrática) para o poder fazer! Atenção a mais um pormenor: no agrupamento existe um outro Presidente, mas de outro Conselho, que é o Presidente Conselho Executivo ainda com funções de Gestão (ao abrigo do Dec-L 75 e 115-A )!..Se isto, visto de ´algures´, parece um jogo, existirão os árbitros habituais? Se sim, qual terá sido o trabalho destes até à data? É de aproveitar e fazer perguntas.

fisga disse...

Agrupamento Inês de Castro: análise do documento do CGT

Quanto mais leio este resumo, mais pormenores me saltam e me confundem de todo. Mas como sou teimosa, insisto em procurar o fio da meada, já que falta de perspicácia e minúcia redundante é que não parece faltar neste relato. Primeiro, não encontro qualquer referência ao número de elementos que compõem este órgão transitório, nem se estavam todos presentes! Ora, enquanto secretária a tirar apontamentos, nem que fosse duma reunião de condomínio, sempre vi iniciar o registo exactamente por esta questão, até porque se tinha que começar por ver se havia ou não quórum. Pode parecer não ter importância, mas revela-se determinante quando se usa termos como o da “unanimidade” e se tivéssemos acesso a nos certificarmos com o real significado e peso deste termo; nem abstenções, nem votos contra, nem declarações de voto são referidas, para nos situar e colmatar a falta de referência atrás dita. Pacífica não me parece ter sido esta reunião, para ter merecido a dispensa, se não ligeireza sobre alguns aspectos, pois até contou com uma “Moção de repúdio” sobre uma figura presente e que, legalmente naquele órgão não goza do direito/dever de voto, tendo-se o cuidado de dizer que foi aprovada por todos os presentes. Longe de mim pôr em dúvida a representatividade dos os presentes, mas que há falta de clareza, há. Não tenho mais espaço aqui, mas sugiro que se debrucem e esmiúcem sobre a redacção dada aos motivos de repúdio, tendo em atenção o contexto do discurso geral. Acabo sugerindo que, para na próxima quando estes autores actualizarem a página, façam as correcções devidas e, já agora, haja também referência à pessoa que a secretaria a reunião.

Desde 01-01-2009


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