segunda-feira, 15 de março de 2010

SOBRE O ESTATUTO DO ALUNO

Investigadores dizem que alunos faltam por terem uma má relação com a escola mas há quem defenda sanções pecuniárias às famílias.


. O estudante "não é uma coisa, é uma pessoa"

Mais do que aquilo que está ou venha a estar estipulado no Estatuto do Aluno, "conta a forma como nos mostramos na escola", defende o director do agrupamento de Arga e Lima, em Lanheses, Viana do Castelo, Agostinho Gomes. Na escola-sede, situada entre duas serras, o absentismo é um problema que quase não existe. "Procuramos dar um apoio permanente aos alunos", diz o responsável.


. O que defendem os deputados para o Estatuto do Aluno

O Estatuto do Aluno tem que ser aprovado pelo Parlamento. O PÚBLICO questionou cinco deputados que integram a Comissão da Educação. Só o do CDS-PP defende sem reservas a retenção de um aluno faltoso.

4 comentários:

professora disse...

nunca votei no CDS, mas, neste caso, parecem-me os únicos a ver a realidade. Se os alunos não reprovam por faltas, como vai ser com a escolaridade obrigatória até aos 18 anos? Que mais teremos de suportar?

Anónimo disse...

ISTO É TUDO UMA PALHAÇADA É UM FAZ DE CONTA, ALUNOS JÁ NÃO APRENDEM NADA PORQUE GOVERNO NÃO AUTORIZA ISSO.

SÃO OS PROPRIOS ALUNOS A RECOLNHECE-LO E A DIZER.

NOVAS OPORTUNIDADES, UMA FORMA DE ENCHER OS BOLSOS Á CONTA DOS TOLOS QUE LÁ ANDAM E POUCO OU NADA APRENDEM.

fisga disse...

Titulo: Perda do ano escolar por ultrapassagem do limite de faltas que a Lei estabelece:
quais os conceitos de “falta de assiduidade”, “faltas justificadas”, “faltas injustificadas”,”faltas por abandono/desinteresse”, “faltas por doença” / “faltas pontuais ou/e prolongadas, justificadas, devido a doença crónica”

Já que se está em debate, aproveito para expor o caso concreto de um aluno que à data incorre no risco de poder vir a perder o ano escolar uma vez que já ultrapassou metade do limite de faltas permitido por Lei. Na grande maioria as ausências devem-se a uma doença do baço de que o jovem é portador desde criança: a esplenomegalia. É uma doença que em França (onde nasceu e viveu, até regressar a Portugal) é considerada crónica e sujeita a regime especial, estando incluída no que se chama “doenças raras” ; segundo parece, no nosso país, tal estatuto ou não existe ou ninguém ainda o deu a conhecer de forma a ser despoletado os procedimentos por forma a que este jovem não se veja excluído do regime de escolaridade obrigatória.. Esta doença exige vigilância e acompanhamento médico cerrado, com consultas nos serviços hospitalares de Hematologia, cujas marcações e horários coincidem frequentemente com os escolares. De salientar: um baço dilatado pode causar risco de morte ( hemorragia interna ) nem sempre acompanhado com sinais visíveis para se poder actuar atempadamente ; que o órgão pode ser afectado devido ao contacto com doenças vulgares que circulam por todos nós, mas que ao próprio desencadeia infecções graves ( simples constipação, amigdalite e outras..); que não é uma doença que contagie terceiros, mas, antes pelo contrário, expõe é o portador a situações diversas por ser ele, afinal, o contagiado eminente, com agravantes impensáveis (no mínimo, pode ter que ficar em casa e de cama, impedido de fazer qualquer movimento, durante 4 dias ou 1 semana..); que o caso dele não é passível de ser operável.
É agora um jovem de 16 anos que, constantemente, tem que saber lidar com o meio envolvente e respectivos relacionamentos, os mais simples e normais do comum dos mortais: uma brincadeira como um empurrão, um pontapé, até uma simples trinca isolada para partilha de uma sande, exigem dele contenção sistemática, pelas situações de risco que podem desencadear uma vez que não pode antecipar o que o poderá vir a ele infectar.
Desde miúdo que a família e o próprio começaram a aprender a conviver com esta situação constrangedora, levando-os a uma vigilância e sobressaltos constantes, sobretudo por falta de informação dos que a esta são alheios: já aconteceu que, por ignorância, foi ele o principal suspeito e alvo de medo e descriminação, porque de forma perversa, se pensava poder ser ele o motor para infectar outros…
E em termos práticos a actual Lei inclui tudo no mesmo saco: este caso está enquadrado na forma de “absentismo”, com as respectivas penalizações, apesar dessas faltas se encontrarem devidamente justificadas e identificadas: possível ano chumbado por faltas!
O pior é que, como as consultas obrigatórias se mantêm e como é ainda impossível prever e/ou controlar se até o final do ano ele não virá a precisar de ficar retido em casa com atestado médico, resta à família pedir ajuda e perguntar, acaso alguém saiba, se a Lei é mesmo assim ou se acaso terá havido falhas no processo; enfim, o que fazer para que o jovem não venha a ser alvo de exclusão escolar!!!

Jaime José Calado Lourenço disse...

Os alunos chumbavam por faltas injustificadas....
Qual o problema? Indivíduos que aparecem de vez em quando têm garantia de sucesso nos cursos diurnos.
Ninguém sabe porque faltam, o número de faltas por indisciplina é gritante.... O falso sucesso é uma realidade nos cursos diurno.
Porque é que falam das novas oportunidades, pelo menos sabem ler, o que já não é característica de todos os alunos do segundo e terceiro ciclo dos cursos diurnos, onde analfabetos são aprovados por falso sucesso!
Não escondam o incompetência dos cursos diurno com as novas oportunidades... Assumam a porcaria, a incompetência com que falsos pedagogos conduziram a política nacional de ensino.

Desde 01-01-2009


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