Na escola do professor que se matou os casos de violência são constantes
Na Escola Básica de Fitares, em Rio de Mouro, Sintra, continua a imperar o silêncio. Mas agora vem acompanhado de apreensão. De ainda mais medo. Muitos docentes olham para o caso do professor de Música que se suicidou e revêem-se no seu desespero. Luís atirou-se da Ponte 25 de Abril a 9 de Fevereiro por não aguentar a indisciplina dos alunos. Não era caso único. Era a ponta de um novelo que, ao ser desenrolado, revela histórias de professores agredidos por alunos e pais. Insultos verbais. O último caso grave aconteceu na semana passada. Uma professora de Educação Visual desmaiou depois de ter sido empurrada pelos alunos. Teve um traumatismo craniano.
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In Público










2 comentários:
Também no Norte a indisciplina e selvajaria grassam nas escolas, perante a passividade e indiferença (ou será impotência?) dos órgãos de gestão das escolas. Publicito o caso de uma professora que no ano de 2008/2009, na escola Secundária de Moimenta da Beira, desmaiou numa aula, tal era o caos e a desordem instalados na sala. Foi socorrida e enviada ao centro de saúde por uma ambulância. Aos alunos responsáveis por tal "feito" nada aconteceu. Nada, literalmente. Sem pretender ser velho do Restelo, lanço esta questão: assim, que futuro estamos a construir para este país?
Comentário de um colega do professor que se «amandou» da ponte: «ele não tinha o mesmo estofo que nós...»
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