Interpreto este artigo de opinião do secretário-geral da Fenprof, mercê de algumas insinuações pouco claras, como a tentativa de justificação dos erros cometidos e da justificação do incómodo causado pelo mau resultado do acordo e pela sensação de que os professores começam a ter consciência disso mesmo.
Afinal, quando as coisas correm bem não há necessidade de justificações!
In Público (03-05-2010)










1 comentário:
Concordo com todas as palavrinnnhaaassss aqui escritas. Claro, objectivo e directo!Bravo!!
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